Jornais do Equador e do Uruguai, onde ex-goleiro atuou no Barcelona de Guayaquil e no Nacional, destacaram a trajetória vitoriosa do arqueiro, ídolo de Botafogo e Internacional Manga recebe taça da Libertadores em sua casa e parabeniza Botafogo pela conquista
A imprensa sul-americana prestou homenagens a Manga, ex-goleiro que morreu nesta terça-feira. Jornais do Equador e do Uruguai relembraram a trajetória vitoriosa de Haílton Corrêa de Arruda pelo Barcelona de Guayaquil e pelo Nacional-URU, além das passagens pela seleção brasileira.
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Lenda do futebol sul-americano
Jornais sul-americanos repercutem morte de Manga: "Goleiro histórico"
Reprodução / El Pais
Ídolo do Botafogo e do Internacional no Brasil, Manga também viveu uma carreira vitoriosa em outros clubes da América do Sul. Na década de 1970, atuou pelo Nacional, equipe do Uruguai em que conquistou quatro vezes o Campeonato Uruguaio (68/69, 69/70, 70/71 e 71/72), uma Libertadores (70/71) e uma Copa Intercontinental (1971).
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— Na época, o novo técnico do clube, o brasileiro Zezé Moreira, deu seu aval a Manga. No entanto, após sua chegada de última hora, demorou um pouco mais para garantir a vaga de titular, que ficou com Domínguez. Até que o Nacional participou de um torneio internacional em Buenos Aires, em agosto de 1968. Na primeira partida, Domínguez foi goleado pelo Boca. Para o segundo, contra ninguém menos que o Santos de Pelé, Moreira colocou Manga. Foi um empate com várias grandes defesas do goleiro brasileiro, que convenceram a todos de suas virtudes. E por quase seis anos ele foi o dono exclusivo do suéter azul com o número 1 — relembrou o "El Pais", do Uruguai.
Noticiário do Equador ressalta passagem de Manga pelo Barcelona de Guayaquil
Reprodução / Expresso
Conquistou mais de 20 títulos na carreira e também disputou a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, como titular da seleção brasileira
— Manga também teve uma passagem brilhante pelo Barcelona SC, onde deixou uma marca indelével. Chegou ao "Ídolo del Astillero" (referência ao clube) em 1980 e rapidamente conquistou o carinho dos torcedores por sua confiança entre as traves, sua experiência e seu caráter em campo. Embora sua passagem pelo clube tenha sido breve, seu legado continua vivo na memória dos fãs das touradas, que o lembram como um dos grandes goleiros a vestir a camisa amarela e pelo título nacional conquistado em 1980 — ressaltou o Expresso.
O Barcelona de Guayaquil foi o último clube que Manga defendeu antes de se aposentar. A passagem pelo Equador foi de 1980 a 1983, trajetória curta mas que ficou marcada pelo carinho dos torcedores e a conquista do Campeonato Equatoriano de 1981.
— O lendário jogador, campeão da Copa do Mundo na Inglaterra em 1966, campeão da Libertadores e da Copa Intercontinental pelo Nacional de Montevidéu (eleito o melhor goleiro de todos os tempos do clube), aposentou-se no Barcelona após vencer o título de 1980 — publicou o jornal equatoriano El Universo.
Jornal "El Universo", do Equador, destaca morte de Manga na capa
Reprodução / El Universo
No Equador, Botafogo reencontra o ex-goleiro Manga
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