Clubes precisarão manter gastos de até 30% do faturamento para não serem rebaixados no torneio; novas medidas serão implementadas a partir da próxima temporada com o objetivo manter a homogeneidade O Triplete é um sonho próximo para o Barcelona? Veja o debate
A LaLiga anunciou, nesta terça-feira, novas regras econômicas para a próxima temporada da competição. A principal mudança aprovada é a criação de um teto salarial mínimo para os elencos, baseado no faturamento total do time. O objetivo do comitê econômico com as alterações é estimular as contratações dos clubes e garantir o equilíbrio entre os clubes.
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A partir de 25/26, cada equipe da LaLiga precisará gastar com elenco pelo menos o equivalente a 30% de tudo que arrecada, com risco de ser rebaixado caso não cumpra a rega. A novidade é apenas para a competição principal, considerando que esse regulamento já vale para a Segunda Divisão da Espanha, porém com o percentual de 40%.
— Precisamos garantir um salário mínimo para que ele possa competir. Caso contrário, não há igualdade. Se ele tiver um teto salarial negativo porque está acumulando prejuízos temporada após temporada, vamos condená-lo ao rebaixamento — Javier Gómez, gerente geral corporativo da LaLiga.
LaLiga, do presidente Javier Tebas, em evento da competição em 2024
Getty Images
Outra nova regra é que os clubes terão um período máximo de cinco anos para amortizar uma transferência, ainda que o contrato do jogador ultrapasse esse período. Ou seja, se um jogador for comprado por 80 milhões de euros com vínculo de 10 anos, o pagamento terá ser de no máximo 16 milhões em cada uma das próximas cinco temporadas.
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A LaLiga também regularizou a situação que aconteceu com Iñigo Martínez, do Barcelona, na temporada vigente. O clube assinou com o zagueiro por duas temporadas, porém com possibilidade de manter os valores por apenas um ano devido ao fair play financeiro - que garante um teto máximo de investimentos por time.
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O novo regulamento valida esse tipo de transação, mas destaca que só pode acontecer no máximo três vezes por temporada e apenas um caso pode ser de transferência. As duas possibilidades restantes precisam ser com atletas que estavam livres no mercado.
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