Torre Eiffel recebe o vermelho e azul do PSG depois do título da Champions League
Nunca houve nada parecido numa final de Liga dos Campeões. Um inédito campeão que não ganhou no crime, não precisou de um goleiro multiplicado por três, de erro de arbitragem ou algo que lembrasse estoicismo, superação, sangue derramado, essas coisas de muito valor, sim, mas não único valor.
O time de Luis Enrique simplesmente dizimou a Inter de Milão na bola. É muito raro ver um time italiano goleado, eles são professores na arte de defender. Levaram cinco dos franceses com Dembélé renascido e seus coadjuvantes todos em alto nível.
O PSG trocou a obsessão por juntar estrelas mesmo sem cercá-las e contaminá-las com uma ideia de trabalho coletivo por um conceito de time. De soma de talentos. Não se engane julgando o PSG uma equipe barata. Longe disso, o elenco é caríssimo. O que mudou mesmo foi o acerto da vinda de de um treinador moldado em sucesso na vida profissional e dores lancinantes na pessoal.
A mistura deu a Luis Enrique uma capacidade única de entender pessoas e fazê-las gregárias, animadas e conectadas. O 5 a 0 escandaloso em Munique marca um salto do PSG no cenário planetário do futebol. O brasileiro Marquinhos levantou a taça. Que a cena vivida na Allianz Arena mude para melhor também a carreira já bem-sucedida do capitão do mais novo campeão da Liga dos Campeões.
Marquinhos levanta a taça da Champions 2025 como capitão do Paris Saint-Germain na final contra a Inter de Milão
Carl Recine/Getty Images

Arte

Leia a publicação completa na fonte original

O SANIJU organiza a notícia para facilitar sua descoberta. O conteúdo integral permanece no portal de origem.

Abrir fonte original