PC Oliveira não vê erro em expulsão de Léo Jardim: "O árbitro não é médico, mas também não é trouxa" 
Alguém precisava começar e foi Flávio Rodrigues de Souza. O que a grande maioria dos goleiros da Série A do Brasil faz é irritante.
Desde a defesa mais simples, sucedida de dores lancinantes, até a cera de ontem de Léo Jardim, que simplesmente sentou junto à trave e lá ficou a pensar na finitude humana. Foi alertado pelo árbitro, não fez menção de se mover e foi justamente expulso.
Léo Jardim é expulso após receber o segundo amarelo por cera em Internacional 1 x 1 Vasco
Mas não pense que seu goleiro faz diferente. No mesmo jogo, atendendo a uma determinação vinda do lado de fora, Rochet foi ao chão sem sequer ter feito defesa. O treinador se valeu da parada para tentar corrigir o time que levava uma roda do Vasco da Gama. O Inter levaria o gol minutos depois. Se Flávio tivesse visto o massagista sinalizando para Rochet cair, certamente lhe daria o cartão amarelo.
Alguém precisava começar. Só não tenho confiança de que outros árbitros seguirão seu bom exemplo. Tudo fica mais difícil porque o mundo da bola no Brasil normaliza procedimentos como o de Rochet ou Léo Jardim.
Há quem esteja achando injusta a expulsão sob o pueril argumento de que juiz não é médico, o que foi brilhantemente rebatido pelo analista de arbitragem do sportv PC Oliveira. Não é médico nem trouxa.
Árbitro Flávio Rodrigues de Souza
Gilson Junio/AGIF

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