Veja a entrevista coletiva em que Renato Gaúcho pediu demissão do Fluminense Em Porto Alegre, foi a enchente e a distância do lugar que escolheu para viver. De volta ao Rio de Janeiro, Renato Portaluppi, que sob o Cristo Redentor volta a ser Renato Gaúcho, chega à final do Carioca e perde para um time muito melhor do que o dele. No Mundial, é o Fluminense o melhor brasileiro, vai à semifinal e perde para aquele que seria campeão. Elimina o Inter na

Copa do Brasil e supera uma crise nascida de derrotas em série quando o Brasileirão recomeça. Em maior ou menor intensidade, estava sempre perceptível um Renato se divertindo menos no seu ofício. Às vezes soberbo, às vezes irascível, era um profissional tenso e incomodado. Renato Gaúcho durante Fluminense x Lanús Marina Garcia/Fluminense FC A eliminação recente na Sul-Americana provocou no treinador o modo "chuta-balde". Remato focou no faroeste das redes sociais seu desconforto e pediu demissão. Surtou, mas sem histeria. Apenas concluiu que

não está com saúde para o mundo da bola tal como ele hoje se apresenta. Nem o salário de muitos zeros, que deveria pagar também este cenário, fez Renato negociar. Como o contexto da bola não vai mudar, Renato terá duas opções. Ou bem aceita que a vida é como é e logo se emprega de novo ou suspende a carreira para desfrutar o patrimônio milionário que alcançou fruto do seu suor, trabalho e talento. Não existe uma terceira via. Arte

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