Botafogo x Vasco: informações e palpite para o jogo
O Botafogo é historicamente muito dominante quando recebe o Vasco pela Série A, com oito vitórias em 13 jogos e apenas uma derrota (2020), com quatro empates desde 2006.
São duas equipes que se aproveitam muito bem dos contra-ataques, o Botafogo com 11 gols marcados assim, segunda maior marca, e o Vasco, com oito, quarta maior marca. O Botafogo é o time que mais fez finalizações em contragolpes (61), no agregado dos mandos e a quinta eficiência, um gol a cada 5,5. O Vasco tem apenas 36 finalizações assim (14ª marca), mas a segunda maior eficiência, um gol a cada 4,5 dessas conclusões.

Gato Mestre
As duas estão ente as seis que mais sofreram finalizações em contra-ataques, o que aumenta o potencial para esse tipo de jogada na partida: o Botafogo é o quarto que mais permitiu dessas finalizações, mas só sofreu quatro gols assim, sexta melhor marca; o Vasco e o sexto que mais sofreu finalizações (50), com cinco gols sofridos (11ª marca). Já foram mostrados 20 cartões para o Botafogo por matar contragolpes com faltas (sexta menor marca) e 19 para o Vasco (quarta menor marca).
O Botafogo (assim como o Vasco) tem o nono desempenho mandante no returno (3 V, 1 E, 2 D, 56%), com o nono ataque (nove gols, 1,50) e a sexta pior defesa (oito gols sofridos, 1,33). Não sofreu gol em um dos seis jogos em casa (17%), pior marca defensiva.
O Vasco está com a melhor campanha visitante do returno (4 V, 1 E, 1 D, 72%), com o melhor ataque forasteiro (15 gols, média 2,50) e a quarta melhor defesa (seis gol sofridos, 1,0). Não sofreu gol em três dos seis jogos fora (50%), melhor desempenho defensivo forasteiro.
Principalmente devido á goleada sobre o Santos (6 a 0), mas não só, o Vasco está com a segunda maior eficiência ofensiva forasteira no segundo turno, um gol a cada 3,7 finalizações, com média de 9,3 finalizações por partida (13ª produtividade). Mesmo excluída a primeira rodada do returno, quando goleou o Santos, o Vasco ainda tem a segunda maior eficiência forasteira, com um gol a cada 4,7 conclusões (só não fez gol contra o Palmeiras no returno).
Isso será um desafio gigantesco para o Botafogo, que ao mesmo tempo é o sétimo mandante que menos permite finalizações de adversários (9,5) e o terceiro menos resistente a pressões, com um gol sofrido a cada 7,1 conclusões contrárias, uma temeridade contra um adversário tão eficaz.
No ataque, o Botafogo tem a nona produtividade caseira (13,8), com a décima eficiência, um gol a cada 9,2 tentativas. O Vasco está com a quarta maior resistência defensiva forasteira, um gol sofrido a cada 12,8 conclusões contrárias, um gol sofrido por partida, já que em média também sofre 12m8 finalizações por jogo (nona marca).
O Vasco sofreu dez dos últimos 13 gols a partir de jogadas aéreas (25 de 40 no campeonato, sem contar pênaltis e faltas diretas). Ainda assim, parece ser um jogo com maior potencial para gol em trocas de passes rasteiros: o Botafogo marcou dessa forma 14 dos últimos 18 gols, e o Vasco 15 dos últimos 23. O Botafogo sofreu em jogadas rasteiras oito dos últimos dez gols.
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Agnes Rigas, Arthur Sandes, Cadu Vargas (estagiário), Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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