Próximo ao mundial, novo comercial de Brahma incentiva os brasileiros: “Tá liberado acreditar!”
Divulgação
Em ano de Copa, sempre existe um motivo para duvidar da Seleção Brasileira, mas em 2026, a estatística foi extremamente alta: 72% dos brasileiros não acreditam no hexa, dizem as pesquisas. Lesões tiraram nomes importantes, o técnico é estreante no cargo, a Seleção Brasileira não ganha uma Copa há 24 anos…
É justamente desse sentimento que a nova campanha de Brahma, “Tá liberado acreditar”, fala ao lembrar que o Brasil também chegou incerto e pressionado, mas foi lá e fez história nas Copas de 58, 62, 70, 94 e 2002. O filme da campanha nasce para incentivar o brasileiro a lembrar desse histórico, que sempre renova os motivos para acreditar. Veja quais são eles!
I) Em 58, o time foi rotulado como “jovem demais”
O Brasil chegou à Suécia, país-sede daquela Copa, carregando o trauma do Maracanaço, de 1950. Elenco jovem, pouca experiência em decisões mundiais, a primeira Copa fora do continente americano. A torcida queria acreditar, mas ainda existia medo de reviver outra frustração histórica.
Como se não bastassem essas incertezas, ficou até sem o tradicional uniforme: na véspera da final, a Seleção teve que comprar camisas azuis às pressas porque as amarelas não estavam disponíveis… Foi assim, quando tudo dizia “não”, que o Brasil jogou contra os anfitriões suecos e o resultado veio: 5 a 2. Mesmo com todas as dúvidas sobre a escalação (como também acontece agora), fomos campeões!
II) Em 62, o melhor jogador se machucou no segundo jogo
Na Copa seguinte, o Brasil voltava para defender o título, desta vez no Chile. Pelé, consagrado rei do futebol em 58, saiu com lesão muscular ainda na fase de grupos. O clima foi de preocupação total, afinal perder o principal jogador do time parecia um golpe impossível de superar.
“Pronto, é o fim”, pelo menos era o que todo mundo achava. Foi quando Garrincha brilhou e todo o time colocou o Brasil nas costas, levando a Seleção até a decisão. Ainda expulso na semifinal, de alguma forma, Garrincha conseguiu jogar a final contra a Tchecoslováquia. Placar? 3 a 1.
Agora, a história parece se repetir. Um atacante, um ponta-direita e um zagueiro ficaram de fora devido a lesões… mas, vale lembrar, com ou sem peças-chave, em 62 o segundo título veio!
III) Em 70, um novo técnico assumiu a Seleção a poucos dias da Copa
Com a troca de comando tão perto da Copa no México, as dúvidas sobre a Seleção só aumentavam (isso te lembra alguma coisa?). Zagallo assumiu a Seleção com um pouco mais de 70 dias para o torneio. Do lado de fora, muita gente questionava se daria tempo de formar um time competitivo. Mal sabiam que o tempo curto seria justamente o impulso para a criação da “Máquina”, uma das maiores seleções já vistas: Pelé, Gérson, Rivellino, Tostão e Jairzinho (que, por sinal, marcou gols em todos os jogos). Cinco "camisas 10" ao mesmo tempo!
O Brasil venceu todos os jogos e goleou a Itália por 4 a 1 na final. De bônus: a regra da época dizia que quem vencesse a Copa três vezes ficaria com o troféu original para sempre. Com o tricampeonato, a taça Jules Rimet foi para o Brasil em definitivo. Com um técnico novo na condução, como é dessa vez com Ancelotti, o Brasil consolidou a "Máquina" e não ganhou só a Copa, ganhou a taça!
IV) Em 94, a Seleção vinha de um jejum de 24 anos
O Brasil desembarcou nos Estados Unidos pressionado por uma ausência que parecia longa demais para um país acostumado a vencer. Já eram 24 anos sem título, e a torcida começava a ouvir, cada vez mais, que o futebol brasileiro já não metia tanto medo quanto antes. O time de Romário e Bebeto não brilhava como as gerações anteriores, mas tinha ginga, muita raça e chegou à final. Do outro lado estava a Itália de Roberto Baggio, eleito melhor jogador do mundo naquele ano.
A final foi tensa: 0 a 0 em 120 minutos de muito calor na Califórnia. Na disputa de pênaltis, Taffarel defendeu o chute de Massaro e colocou o Brasil na frente. Baggio foi para a última cobrança e bateu… por cima do gol. A mística escolheu o Brasil de novo: mesmo em jejum há 24 anos, assim como agora, ali se consagrava tetracampeão do mundo!
V) Em 2002, quase não fomos à Copa…
A vaga para a Copa de 2002 só veio na última rodada, contra a Venezuela. Foram três técnicos nas eliminatórias, resultados ruins e desconfiança total da torcida. O Brasil chegou àquela Copa, sediada na Coreia do Sul e Japão, pela porta dos fundos. Com os jogos rolando, o trio RRR chegou conquistando os brasileiros e fez história: Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho.
Mas o maior símbolo daquela campanha talvez tenha sido justamente Ronaldo. O atacante vinha de quase dois anos afastado por graves lesões no joelho e era cercado por dúvidas e preocupações sobre sua condição física. Ainda assim, o técnico Luiz Felipe Scolari bancou sua convocação quando muita gente sequer acreditava que ele conseguiria disputar a Copa. Uma das redenções mais bonitas do futebol brasileiro!
Entre tantas goleadas, algumas marcaram a memória, como a falta que Ronaldinho bateu contra a Inglaterra. Todos esperavam um cruzamento, mas a bola encobriu o goleiro David Seaman. Outra goleada inesquecível foi na final contra a Alemanha. No segundo tempo, Oliver Kahn, eleito o melhor goleiro do torneio, espalmou uma bola direto para os pés de Ronaldo, que só empurrou para o gol. O Fenômeno ainda marcou mais um e fechou 2 a 0. O melhor goleiro do mundo deu a taça de bandeja. Isso não está nos números, isso é mística: Brasil pentacampeão!
Tá liberado acreditar
Esse é o espírito por trás da campanha da Brahma: se a mística do futebol brasileiro já venceu as probabilidades cinco vezes, por que o Hexa não poderia chegar agora? Dúvidas sobre a escalação, técnico novo, craques machucados e jejum de 24 anos são situações que estamos passando exatamente em 2026, mas já superamos outras vezes e podemos fazer de novo.
A campanha é estrelada por Carlo Ancelotti e Ronaldo, o atual técnico da Seleção ao lado do melhor jogador que já treinou (nas palavras dele). Mais do que um ídolo, Ronaldo representa a perseverança de quem seguiu acreditando em seu potencial mesmo diante das dúvidas e das dificuldades. É justamente esse movimento que a Brahma propõe ao torcedor: enquanto o mundo olha para as chances e estatísticas, o Brasil honra a sua camisa, acreditando em tudo o que já fez e ainda pode conquistar dentro de campo. E quem acredita, sabe que os motivos são bem mais que cinco.
Então, deixe a dúvida de lado, coloque a camisa da sorte e assista ao filme especial da Copa do Mundo Brahma. Porque aqui é Brasil. Tá liberado acreditar!
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