Mirassol x Fluminense: informações e palpite para o jogo
As equipes estão em condições opostas na classificação: o Fluminense é o terceiro colocado, com 30 pontos em 16 jogos, e o Mirassol é o penúltimo colocado, com 13 pontos em 15 jogos. No Brasileirão, o Mirassol tem dificuldade para levar a bola para dentro da área de ataque, de onde é menos difícil fazer um gol. Tem a 14ª influência de finalizações de dentro da área (54,6%). E quando consegue finalizar de perto, tem um gol a cada 8,6 tentativas, a quarta pior eficiência entre 20 times. O resultado é que tem apenas 13 gols de dentro da área (quinta pior marca), enquanto o Fluminense fez 24 gols dali, a maior marca do campeonato e quase o dobro do adversário desta rodada.
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Sensação no ano passado e líder em seu grupo na Libertadores após vencer quatro de cinco jogos disputados (4 V, 0 E, 1 D), o Mirassol é o terceiro pior mandante no Brasileirão (2 V, 3 E, 3 D, 38%), com o quarto pior ataque (dez gols, média 1,25) e a quarta pior defesa (11 gols sofridos, 1,38). Levou gol em todos os seus oito jogos em casa e não fez gol em dois deles. O Fluminense é o terceiro colocado em seu grupo no momento, mas o confronto ainda pode voltar a acontecer neste ano, pela Libertadores.
O Fluminense está com a oitava campanha visitante no Brasileirão (2 V, 2 E, 3 D, 38%), com o quarto melhor ataque forasteiro (dez gols, 1,43) e a 11ª defesa (11 gols sofridos, 1,57). Não fez e não sofreu gol em um dos sete jogos fora de casa, quinto melhor desempenho ofensivo e oitavo defensivo visitante.

Gato Mestre
No agregado dos mandos, o problema do Mirassol é sua eficiência, já que a produção ofensiva está próxima do que faz o Fluminense, a terceira equipe que mais finaliza do Brasileirão, com média 15,0 por jogo. O Mirassol é o quinto time que mais finaliza, com média 13,7 por jogo. Só que o Fluminense está com a oitava eficiência, um gol a cada 8,9 tentativas, enquanto o Mirassol tem a segunda pior, um gol a cada 13,7 tentativa.
Como seria de se esperar, em casa o Mirassol finaliza ainda mais, tendo a terceira mais produção ofensiva, com média de 15,9 finalizações por partida (o Fluminense tem a segunda maior, 16,3). Só que a eficiência do Mirassol está pior em casa do que fora: está com a pior eficiência mandante do campeonato, precisando em média de 15,9 tentativas para fazer um gol (o Fluminense faz um a cada 8,6 em casa, nona média).
O Fluminense é o quinto visitantes que menos permite finalizações de mandantes (13,0), com a 14ª resistência defensiva, um gol sofrido a cada 8,3 tentativas. No ataque, da equipe carioca tem a quarta maior produção ofensiva, com média 13,3 finalizações por partida, e a sexta eficiência forasteira, um gol a cada 9,3 tentativas.
O Mirassol é o 13º mandante em finalizações sofridas (12,3), com a 12ª resistência defensiva, um gol sofrido a cada 9,8 conclusões contrárias.
A equipe paulista tem potencial para surpreender a partir de jogada aérea porque marcou assim seis dos últimos dez gols, e o Fluminense sofreu assim quatro dos últimos cinco gols.
A equipe carioca tem sido mais efetiva trocando passes rasteiros, com seis dos últimos dez gols marcados assim. Foi dessa forma que o Mirassol sofreu oito dos últimos dez gols, o que aponta para maior potencial para gol rasteiro do Fluminense no confronto.
Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo.
Sábado
17h
São Paulo x Botafogo
Vitória x Internacional
19h
Mirassol x Fluminense
Grêmio x Santos
21h
Flamengo x Palmeiras
Domingo
16h
Cruzeiro x Chapecoense
Remo x Athletico-PR
18h30
Corinthians x Atlético-MG
20h30
Vasco x Bragantino
Segunda-feira
20h
Coritiba x Bahia
Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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