A mensagem aborda o momento em que os discípulos estavam reunidos com medo após a crucificação de Jesus, mesmo já tendo ocorrido a ressurreição. Destaca-se que eles haviam esquecido a promessa e viviam em incerteza. O texto mostra que Jesus se apresenta no meio deles, trazendo a palavra “Paz seja convosco”. A aplicação para os dias atuais enfatiza que, mesmo em tempos difíceis, o Senhor está vivo, presente e deseja trazer paz, guardar o coração e conduzir o homem a uma vida de comunhão com Ele, com a esperança da vida eterna.

Paz em Meio às Incertezas

Foi feita uma saudação a todos os irmãos que acompanhavam pela TV e pela rádio, desejando a paz do Senhor Jesus. Em seguida, foi aberto um texto no Evangelho de João, capítulo 20, versículo 19.

Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: “Paz seja convosco.”

Um Momento de Incertezas

O texto foi apresentado como um momento vivido pelos discípulos em meio a muitas incertezas. Jesus havia sido crucificado, mas ao terceiro dia ressuscitou, conforme havia prometido.

Mesmo tendo caminhado com o Senhor durante o seu ministério e tendo ouvido que Ele morreria e ressuscitaria, os discípulos se esqueceram da promessa. Diante da morte de Jesus, ficaram com medo e se reuniram em um lugar fechado, com as portas cerradas.

O ambiente era de temor, insegurança e incerteza sobre o que poderia acontecer do lado de fora.

A Presença de Jesus

Foi nesse cenário que Jesus se apresentou no meio deles, ultrapassando as barreiras físicas daquele ambiente fechado, e trouxe uma palavra direta ao coração: “Paz seja convosco.”

Ao verem o Senhor, os discípulos se alegraram, conforme relata a Palavra.

Aplicação para os Dias Atuais

Foi destacado que, assim como naquele tempo, também hoje se vive em dias difíceis, trabalhosos e cheios de incertezas.

Contudo, a mensagem central é que não se pode esquecer de uma verdade essencial: Jesus está vivo.

Assim como entrou naquele lugar fechado, o Senhor deseja também transpor as barreiras da vida de cada um e trazer uma palavra de paz.

Foi feito um convite à reflexão: há medos no coração? Medo de enfermidade, desemprego ou situações que afligem a vida?

Para cada uma dessas situações, a palavra permanece a mesma:

“Paz seja convosco.”

A Paz que Guarda o Coração

Foi lembrado o ensino de Filipenses, que fala da paz de Deus que excede todo entendimento, a qual guarda o coração e a mente.

O Senhor deseja guardar o coração e trazer segurança, reafirmando: “Eu sou contigo.”

Não é necessário viver com medo do que acontecerá, pois a Palavra também ensina que o Senhor se compadece das fraquezas humanas.

Comunhão e Vida Eterna

O Senhor conhece a vida de cada um, as incertezas enfrentadas, e deseja conduzir a um dia de comunhão com Ele.

Essa comunhão não se limita ao presente, mas aponta para uma promessa maior: a vida eterna com o Senhor.

A certeza não está nas circunstâncias, mas na presença de Deus na vida do homem.



Paz Seja Convosco: Jesus Vivo no Meio da Igreja

O texto da mensagem

A mensagem foi conduzida a partir do texto do Evangelho de João, capítulo 20, verso 19.

“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.”

O texto mostra os discípulos reunidos no primeiro dia da semana, com as portas fechadas, dominados pelo medo. O Senhor Jesus, já ressuscitado, apresenta-se no meio deles e lhes anuncia a paz.

O cenário após a ressurreição

Naquela manhã, bem cedo, o Senhor Jesus já havia ressuscitado. Maria havia ido ao sepulcro juntamente com Pedro e João. Ao chegarem ali, viram que o sepulcro estava vazio. Pedro e João retornaram, mas Maria Madalena permaneceu à beira do sepulcro, chorando, pois pensava que alguém havia levado o corpo do Senhor.

Ela viu dois homens, que na verdade eram dois anjos, e perguntou onde haviam colocado o corpo do seu Senhor. Depois, ao olhar novamente, ouviu Jesus chamá-la pelo nome: “Maria”. Ela então respondeu: “Rabone”.

Foi explicado que “rabi” significa mestre, mas “Rabone” aponta para aquele que detém toda a glória e poder da divindade. Maria reconheceu ali o Senhor Deus, o Altíssimo.

Jesus lhe disse que não o tocasse, pois ainda não havia subido para o Pai, e mandou que ela fosse anunciar aos irmãos que Ele estava vivo.

O medo dos discípulos

Depois de um fim de semana de muita tensão e medo, a esperança começou a florescer. Porém, os discípulos ainda viviam o momento mais difícil de suas vidas. Parecia que todas as esperanças haviam sido enterradas.

Eles estavam de portas trancadas, com medo do que estava acontecendo lá fora, com medo de serem perseguidos e sem saber como continuar. O futuro parecia não existir mais.

Naquela tarde do primeiro dia da semana, algo extraordinário aconteceu: Jesus chegou até eles e disse:

“Paz seja convosco.”

Essa paz era aquilo que Jesus trazia. Não uma paz comum, mas a paz que somente Ele pode dar.

Jesus transforma o medo em alegria

Os discípulos estavam trancados com medo, mas Jesus transformou o medo em alegria. A passagem mostra que, mesmo em tempos de crise, mesmo com portas fechadas, o Senhor se faz presente trazendo paz, porque Ele vive.

Foi lembrado que, se Ele vive, é possível crer no amanhã. A presença de Jesus muda o cenário da vida, ainda que as circunstâncias sejam difíceis.

O medo do futuro

A mensagem também aplicou esse ensino aos dias atuais. Muitos vivem momentos de receio e medo do futuro. Foi citado especialmente o jovem, que muitas vezes se pergunta o que será da sua vida em um mundo competitivo.

Foi mencionado que até mesmo a inteligência artificial tem causado preocupação em relação ao trabalho e às profissões. Diante disso, a palavra dada foi: o jovem não deve ficar com medo, porque Jesus vive.

O servo de Deus não está sozinho. O Senhor concede o Espírito Santo para direcionar, ajudar e auxiliar. Por isso, a palavra foi dirigida à igreja, aos jovens e a todos os ouvintes: não tenham medo, não tenham receio, pois o Senhor se faz presente.

Davi, Salomão e a obra do Espírito

A mensagem fez uma ligação com o contexto do Velho Testamento, falando da passagem do reinado de Davi para Salomão.

Davi guerreou as guerras de Israel e venceu todas, porque ia em nome do Senhor. Seu reinado foi marcado por guerras e derramamento de sangue. Davi foi apresentado como tipo do Senhor Jesus naquilo em que não pecou.

Depois, Davi entrega o reino a Salomão, seu filho. Salomão não derramou sangue, mas pediu sabedoria ao Senhor. Ele construiu o templo e preparou todas as coisas, sendo apresentado como tipo da ação do Espírito Santo.

Assim também Jesus dá a paz porque venceu a maior batalha do homem. Ele derramou o seu sangue e venceu a morte por nós.

Recebei o Espírito Santo

Em João 20:22, Jesus soprou sobre os discípulos e disse:

“Recebei o Espírito Santo.”

Ali se apresenta uma passagem fundamental: Jesus concede o seu Espírito Santo aos discípulos. Hoje, a igreja realiza a obra do Senhor porque foi restaurada pelo Espírito Santo.

A igreja vive uma obra do Espírito, sendo direcionada, restaurada e preparada para viver eternamente com o Senhor.

Foi destacado que aquele que ainda não tem essa bênção pode pedir ao Senhor: “Dá-me o teu Espírito Santo para realizar a obra, dá-me o Espírito Santo para suportar as coisas aqui”.

A paz repetida por Jesus

Foi observado que, ao entrar no lugar onde os discípulos estavam com medo e portas fechadas, a primeira palavra de Jesus foi:

“Paz seja convosco.”

Depois, no verso 21, Jesus novamente diz:

“Paz seja convosco.”

E oito dias depois, quando Tomé estava presente, Jesus apareceu outra vez, mesmo com as portas fechadas, e disse novamente:

“Paz seja convosco.”

Essa repetição mostra quem Ele é: o Príncipe da Paz.

O significado dessa paz

A paz mencionada não é apenas ausência de problemas. Foi explicado que “shalom” é paz em meio aos problemas. É vitória, segurança, consolo, abrigo e orientação.

Jesus sabia que o medo estava aprisionando o coração daqueles homens. Da mesma forma, hoje existem muitas situações que trazem medo, incerteza e insegurança: uma enfermidade, a perda do emprego, um casamento atribulado ou as preocupações com o amanhã.

Essas situações fecham as portas do coração e da mente, roubando a paz. Mas quando Jesus está no centro da situação, Ele transforma o medo em alegria e a desesperança em esperança.

Jesus entra onde há portas fechadas

A mensagem lembrou Apocalipse, quando o Senhor diz: “Eis que estou à porta e bato”. Mas no texto de João, Jesus entra mesmo com as portas fechadas. Não há limite físico nem barreiras para o Senhor.

Ali, Jesus tratava com seus discípulos, com a sua igreja, com aqueles a quem amava e que haviam convivido com Ele. Eles precisavam conhecê-lo além do físico, além das obras materiais e tangíveis.

Jesus se apresenta não apenas como homem, mas como Deus. A primeira prova disso é que já não havia barreiras para Ele.

A fé acima do que é material

Foi explicado que uma grande dificuldade da humanidade é crer apenas no que é tangível, no que pode ver ou tocar. Mas o Senhor ensinou que é pela fé.

Os discípulos haviam vivido experiências com Jesus, mas ainda temiam o mundo. O medo só sairia completamente quando fossem alcançados pela operação do Espírito Santo.

A mensagem mostrou que, muitas vezes, o homem fica preso aos seus próprios limites ou aos limites impostos pelos homens. Mas esses limites não são limites para Deus.

A paz que o mundo não conhece

Os discípulos precisavam de uma experiência além daquelas que já haviam vivido. Eles precisavam da paz do Espírito.

Essa é a paz que o mundo não conhece, mas que foi dada através da morte, da ressurreição e da operação do Espírito Santo de Deus.

Foi citado o exemplo de um servo enfermo em um leito de hospital glorificando a Deus, ou de alguém desempregado na casa do Senhor cantando louvores. Para o homem comum isso pode parecer estranho, mas é resultado da paz do Senhor no coração.

O Senhor conhece a necessidade

Foi destacado que os discípulos não jejuaram nem oraram naquele momento para que Jesus viesse. Ele simplesmente foi ao encontro deles, porque conhecia o medo que estavam sentindo.

O Senhor não precisava de permissão para atravessar aquela porta fechada. Ele conhecia a situação e foi levar paz.

Assim também hoje, alguém pode estar sem forças para orar, mas o Senhor vai ao seu encontro e diz: “Fica em paz, eu estou contigo”.

Mais que uma saudação

Na época dos judeus, “paz seja convosco” era um cumprimento comum. Porém, quando Jesus diz “Paz seja convosco”, é muito mais do que uma saudação.

É a paz que Ele conquistou na cruz do Calvário. É uma paz que precisa ser recebida, acolhida e abraçada.

Essa mesma paz continua disponível hoje, porque é o mesmo Deus. É a paz que excede todo conhecimento e toda inteligência humana.

O medo diante do desconhecido

A mensagem também mostrou que aquilo que é desconhecido traz medo às pessoas. O que é previsto pode ser administrado, mas o imprevisto traz receio.

Os discípulos viram aquele que pregava o reino dos céus, curava e libertava, render-se à morte na cruz do Calvário. Alguns, como os discípulos no caminho de Emaús, saíram do projeto porque não conheciam plenamente o que estava acontecendo.

Foi apresentado um tripé: conhecer, entender e tomar decisões. Quando o medo toma posse da vida, o homem toma decisões erradas.

Os discípulos no caminho de Emaús

Os discípulos no caminho de Emaús estavam decepcionados e falavam dos últimos acontecimentos. Foi necessário que Jesus ressuscitado se aproximasse deles no caminho e os fizesse entender que o projeto não havia terminado.

A mensagem lembrou que, em tempos de angústia, o homem deve voltar-se para o Senhor e ouvir a sua voz.

Tomé e a necessidade de crer

Também foi citado Tomé, que não estava presente na primeira aparição de Jesus. Ele disse que, se não tocasse nas mãos do Senhor e no lado transpassado, não creria.

Tomé representa aqueles que estão presos à materialidade, às coisas que podem ver e tocar. Mas Jesus ensinou:

“Bem-aventurados os que não viram e creram.”

Hoje, muitos têm receio do futuro e medo do que pode acontecer, mas há um povo comprado pelo precioso sangue do Senhor Jesus. Esse povo entende que o preço pago por sua vida foi alto.

A segurança desse povo não está nas palavras dos homens, nem no que um líder de uma nação ou comunidade pode oferecer. A segurança está na palavra do Senhor:

“Paz seja convosco.”

Emanuel: Deus conosco

A mensagem destacou que essa paz é a paz que o mundo não pode dar. Mesmo em meio a conflitos, lutas e guerras, o servo tem a certeza de que Deus rege a sua vida.

Esse Deus é Emanuel, Deus conosco. Toda certeza está fundamentada na sua presença, que dá segurança e a convicção de que as dificuldades serão vencidas.

Foi lembrado que Jesus soprou sobre os discípulos e disse: “Recebei o Espírito Santo”. Hoje, os que receberam a adoção do Espírito Santo estão sendo preparados para o grande dia, o arrebatamento da igreja.

A última notícia: Ele vive

A mensagem fez uma comparação entre os discípulos reunidos com medo e os discípulos no caminho de Emaús. Ambos falavam dos últimos acontecimentos: a sexta-feira, o sábado, a morte de Jesus e tudo o que havia ocorrido.

Hoje também as pessoas falam das últimas notícias. Mas as notícias que o mundo oferece muitas vezes são violência, medo, ansiedade e depressão.

A última notícia da igreja, porém, é esta:

Ele vive.

Jesus está vivo, está entre o seu povo, soprou o seu Espírito Santo sobre a igreja e, por isso, não há o que temer.

A boa notícia da igreja fiel

Foi destacado que o mundo não tem a boa notícia, mas a igreja fiel tem, porque tem experiência, viu e ouviu a voz do Senhor.

As mulheres foram ao sepulcro, viram e ouviram que Ele estava vivo. Os discípulos no caminho de Emaús também ouviram, mas ainda estavam presos à falta de fé.

O medo e a angústia são ocasionados pela falta de fé, pela dificuldade de ouvir a palavra de Deus e crer nela. Isso não pode entrar no coração de quem tem uma experiência com Deus.

Jesus vivo muda o cenário

Quando Jesus se apresenta ao coração, não apenas como o Jesus histórico, mas como o Jesus ressurreto e vivo, Ele diz: “Paz seja convosco”.

Essa paz entra no coração e reverte toda a situação. Quando os discípulos ouviram essa palavra, eles se alegraram. O sentimento de medo foi embora, porque Jesus estava com eles.

Depois, Jesus sopra sobre eles o Espírito Santo para que pudessem ir e anunciar a palavra de Deus por toda parte.

De portas fechadas à pregação com ousadia

O cenário dos discípulos mudou completamente. Antes, estavam fechados, presos e com medo. Depois da operação do Espírito Santo, saíram para enfrentar os medos, pregar e anunciar Jesus.

Foi lembrada a experiência de Pedro e João diante do homem à porta do templo. Eles disseram que não tinham prata nem ouro, mas o que tinham davam em nome de Jesus Cristo Nazareno.

Mesmo interrogados, perseguidos, presos e ameaçados para que não falassem mais no nome de Jesus, continuaram anunciando aquilo que haviam visto e ouvido.

Essa experiência mostra que, com Jesus no coração, o servo evangeliza, fala de Deus e testemunha das experiências vividas com o Senhor.

A experiência sustenta a fé

A mensagem afirmou que é a experiência com Deus que sustenta a fé. O servo enfrenta as lutas ao redor com a certeza de que Jesus está vivo, fala, opera e dirige a sua vida.

Por isso, não há motivo para temer. É preciso seguir em frente, confiando no Senhor.

Portas fechadas no coração

Foi feita uma aplicação direta ao ouvinte: talvez alguém esteja com as portas do coração fechadas. Talvez o medo tenha feito essa pessoa se isolar, trancar-se em casa, deixar de ir à igreja ou deixar de ler a Bíblia.

Mas Jesus expulsou o medo do coração daqueles discípulos e pode fazer o mesmo hoje, porque Ele vive e está presente.

Está consumado

A mensagem voltou ao momento da cruz, quando Jesus declarou: “Está consumado”. Os discípulos, ao olharem para a cruz, talvez tenham se esquecido do reino de Deus e ficado limitados à razão humana: morreu, terminou.

Mas Jesus desceu à sepultura, venceu a morte e hoje está vivo. Porque Ele vive, é possível crer no amanhã.

Esse Deus vivo trabalha dia e noite nos corações através do Espírito Santo, levando o homem à certeza de que é passageiro nesta terra, cidadão dos céus, e que em breve estará para sempre com Deus.

A missão da igreja

O Senhor ensinou aos discípulos:

“Eis que estou convosco todos os dias.”

Essa é a missão da igreja. O Senhor é conosco, por isso não é preciso ter medo de evangelizar. A igreja pode anunciar a palavra com confiança, porque o Senhor está presente.

Foi lembrado que os jovens evangelizariam sem medo, firmados na promessa de que, se crerem, verão a glória de Deus.

Pedidos de oração e gratidão

Ao final, foram apresentados pedidos de oração por vidas que enfrentavam enfermidades, cirurgias, exames e necessidades físicas e espirituais.

A oração clamou pela restauração da saúde, direção aos médicos, corpo de enfermagem, medicamentos e tratamentos, pedindo que o Senhor estendesse suas mãos para curar, livrar, restaurar e operar com graça e poder.

Também houve gratidão pelos aniversariantes e pelos que comemoravam aniversário de casamento, reconhecendo a presença de Deus como motivo de alegria e bênção.

Conclusão da mensagem

A mensagem conclui afirmando que o Senhor está vivo e continua trazendo paz ao seu povo. A igreja não está sozinha. A paz de Jesus sustenta a caminhada, vence o medo, fortalece a fé e prepara o servo para a eternidade.

“Paz seja convosco.”

CULTO DA MADRUGADA

Terça-feira - 28/04/2026

Transmissão: 06h ao vivo pela Rádio Maanaim

Com os Pastores: Fabiano Mendes, Alexsandro França, Cleto Rosetti e Charles Tranhaque

“Chegada pois a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.”

João 20:19
Áudio 1
Áudio 2
Pergunta do dia