Saúdo a todos os irmãos presentes aqui neste Manaim e a todos os irmãos que estão assistindo a este culto nas suas igrejas em todo o país. Com a paz do Senhor Jesus. Amém. Gostaria de convidá-los a ler a Palavra de Deus em Atos, capítulo 13, versículo 22. Podemos estar todos de pé, onde quer que estejamos. “Atos, capítulo 13, versículo 22: ‘Achei a Davi, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade.’” Amém. Vamos orar ao Senhor. Senhor Deus, rogamos que o Teu Espírito Santo esteja agora operando em nossas mentes, em nossos corações, vivificando e aplicando a Tua Palavra de tal forma, Senhor, que as nossas vidas sejam transformadas. Em nome do Senhor Jesus. Amém. Todos podem estar sentados. [Música] Amados irmãos, a Palavra do Senhor nos fala a respeito da Sua obra; entre outras coisas, de como Ele, através do Seu Espírito Santo, está preparando a cada um de nós, preparando um povo, preparando o Seu corpo — o corpo de Cristo — para viver com Ele na eternidade. E nós sabemos que, para que o projeto do Senhor, o plano de Deus de salvação, realize-se de uma forma completa, de uma forma que glorifique o Senhor em todos os sentidos, é preciso que o Senhor encontre servos dispostos a obedecê-Lo. E é por essa razão que o Senhor, como verificamos na Palavra, tanto se agradou de Davi. Por quê? Porque era um servo que, em todas as coisas, consultava o Senhor e obedecia ao Senhor. E quando errava, confessava o seu pecado. Ele não discutia com o Senhor, não argumentava; reconhecia o seu erro e se corrigia. Amados irmãos, essa foi a razão pela qual o Senhor pôde realizar uma grande obra em Israel através de Davi. Nós encontramos outro exemplo nas Escrituras: Samuel. Samuel, quando o Senhor o chamou — nós sabemos — devia ter cerca de 10 a 12 anos de idade. E a resposta que ele deu ao Senhor foi essa: “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve.” A partir daí está escrito, no primeiro livro de Samuel, capítulo 3, verso 19, que Samuel não deixou cair em terra nenhuma de todas as palavras do Senhor. Ó glória a Deus. Ele não deixou de executar nada que o Senhor lhe revelasse. Ele foi fiel ao Senhor em todas as coisas e, através da sua obediência, o Senhor realizou uma grande obra em Israel. E, meus irmãos, quando o Senhor nos chamou para realizar a Sua obra — e nós sabemos que obra é essa — não é obra da Igreja Cristã Maranata, não é obra de uma denominação, de um movimento animado; mas é obra do Seu Espírito. O Senhor começou a nos ensinar a obedecer. Assim como na escola nós aprendemos o ABCD, na obra aprendemos a obedecer. E, meus irmãos, nós fomos ensinados pelo Senhor a respeito de como é fundamental nesta obra a obediência — obediência ao Senhor em todas as coisas, como o Senhor notou na vida de Davi: “que fará toda a minha vontade”, não parcialmente. Samuel não deixou cair por terra nenhuma das palavras de tudo aquilo que o Senhor falou. E então, naquela época, quando o Senhor nos convocou para esta obra — e nós sabemos, há talvez 57 anos — nós passamos pelo menos 10 anos ouvindo mensagens sobre obediência. Por quê? Porque tínhamos uma mentalidade religiosa; tínhamos uma mentalidade de denominação, uma mentalidade de movimento, em que o desejo de cada servo era ser abençoado pelo Senhor. Nós gostávamos da igreja porque lá recebíamos bênçãos. Mas nos lembramos de uma palavra que o Senhor deu a Abraão, que é muito atual. O Senhor, quando chamou Abraão, disse: “Serás uma bênção.” E é isso que o Senhor espera de nós: não apenas que recebamos. “Ah, eu fui muito abençoado; eu gosto da igreja porque eu recebo bênçãos.” Isso é bom, é necessário, não há mal nenhum nisso, mas não podemos ficar somente nisso. O chamado do Senhor para cada um de nós é que sejamos uma bênção na vida dos nossos irmãos, que sejamos uma bênção na igreja, que sejamos instrumentos para que outros sejam abençoados, para que o corpo de Cristo seja edificado. Amém. Então, amados irmãos, durante dez anos o Senhor insistiu: obediência, obediência, obediência. E naquela época aconteceu um fato muito interessante. Não foi exatamente no início; talvez uns quatro anos depois, nós recebemos a visita de um pastor pentecostal — naquela época chamado de renovação espiritual — que vinha de uma tradição, foi despertado pelo Espírito Santo, batizado com o Espírito Santo, recebeu dons; era um homem que ouvia a voz do Senhor. Ele chegou ao nosso meio e disse que tinha uma palavra para nós. Nós achamos estranho: “Não tem uma palavra de Deus para vocês?” Então nossos pastores se reuniram e perguntaram: “Senhor, esse homem tem mesmo a palavra para nós?” E o Senhor disse: “Sim, ouçam o que ele tem a dizer.” Demos a palavra a ele e ele disse o seguinte: participou de um movimento, foi batizado com o Espírito Santo; o grupo, as igrejas, receberam dons espirituais, o Senhor começou a falar e a dar orientações, e no início eles obedeciam. O pastor descreveu que, depois de certo tempo — um processo gradual — os líderes chegaram à conclusão de que já sabiam realizar a obra de Deus; não precisavam consultar o Senhor em todas as coisas. E ele disse: então o Senhor parou, pouco a pouco, de nos dirigir; parou de revelar a Sua vontade. E então ele recebeu uma revelação do Senhor, algo realmente do Espírito. O Senhor disse a ele para nos procurar; ele veio aqui ao Manaim para nos dizer o seguinte: outros, no passado, tiveram essa oportunidade de realizar a obra do Senhor conforme a revelação do Espírito Santo e perderam a oportunidade porque não perseveraram na obediência. E o Senhor estava nos dando essa oportunidade. Agora, se continuássemos a consultá-Lo e obedecê-Lo, o Senhor continuaria a realizar Sua obra em nosso meio. Mas, se fôssemos desobedientes, o Senhor levantaria outro povo. [Música] Isto despertou um temor em nosso meio. Os irmãos imaginaram: e se o Senhor parasse de nos falar, de revelar a Sua vontade em nosso meio? Acabou-se a obra. Não teríamos mais razão de existir; transformar-nos-íamos em uma denominação, num movimento pentecostal como qualquer outro. Perderíamos a razão da nossa existência, porque existimos para realizar o projeto do Senhor revelado pelo Espírito Santo para a edificação do corpo de Cristo. Esta é a nossa razão de existir como grupo religioso, vamos dizer: realizar a obra do Espírito Santo. E o que é a obra do Espírito? É a edificação da igreja conforme o projeto do Senhor revelado pelo Espírito Santo. Por quê? Porque o Espírito Santo conhece todas as coisas; conhece o que está no coração de Deus. [Música] E a missão do Espírito Santo, o Senhor Jesus falou claramente a respeito disso: “Ele vos guiará em toda a verdade.” Eu pergunto: o Senhor, o Espírito Santo, nos guia na evangelização? Sim — está pronto a nos guiar, desde que assim o desejemos. O Espírito Santo nos guia na edificação dos irmãos que já se converteram. Sim. O Senhor revela como as crianças devem ser edificadas. Sim, temos essas experiências. Os irmãos se lembram quando o Senhor revelou o Seu projeto para a edificação das nossas crianças e adolescentes? Muitos são novos aqui, mas tudo começou quando o Senhor deu uma revelação: “As crianças são a igreja de hoje.” Isso foi numa reunião de pastores e líderes envolvidos com o trabalho infantil. Ninguém entendeu isso à primeira vista, porque em todos os seminários do mundo dizia-se que as crianças são a igreja do futuro. Sabiam disso? Mas a ideia de “crianças são a igreja de hoje” não fez sentido para eles; então começaram a orar ao Senhor: “Senhor, o que significa isso?” E ao longo do tempo o Senhor foi orientando como queria edificar as crianças, como queria usar as crianças nos cultos, na evangelização dos colegas de estudo, dos parentes, dos vizinhos e assim por diante. Depois de algum tempo — talvez seis meses — começamos a perceber que as crianças são verdadeiramente a igreja de hoje. Começamos a ter experiências com crianças evangelizando e trazendo vidas para a igreja que nunca conseguíamos trazer antes. Não vou dar testemunhos aqui porque os irmãos já todos têm essas experiências, mas o que queríamos dizer é que o Senhor tem um projeto para a edificação de toda a Sua igreja: crianças, adolescentes, jovens, adultos, anciãos. Se somente ouvirmos aquilo que o Espírito Santo está dizendo, se consultarmos e obedecermos, o Senhor, amados irmãos, é capaz — e já é capaz — de realizar esta grande obra que Ele nos revelou. Quando falamos da obra do Espírito Santo, falamos de uma obra na qual o Espírito Santo tem plena liberdade para operar em nosso meio. Uma obra na qual experimentamos a operação completa do Espírito Santo. Não são somente alguns aspectos da operação do Espírito Santo, mas todos os aspectos. Vamos explicar melhor isto. No slide está o que o Senhor Jesus falou: “Ele vos guiará em toda a verdade.” Toda a verdade que se encontra na Palavra de Deus, na Bíblia — para nós é uma palavra viva e eficaz, que produz resultados em termos de edificação da igreja. Toda a verdade inclui o batismo com o Espírito Santo. Está escrito: “Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” Nós cremos no que está escrito; é para nós hoje. A Bíblia não é um livro do passado, mas um livro presente, porque o seu Autor está vivo e presente em nosso meio. Batismos com o Espírito Santo, seguidos dos nove dons espirituais — isso é obra do Espírito Santo. Em nosso meio nós temos línguas e temos cura divina. Amém. Isso é uma bênção. Mas a obra completa do Espírito Santo não se resume a dois, três ou quatro dons espirituais; na obra do Espírito Santo o Senhor opera através dos nove dons espirituais. Essa é a diferença entre obra e movimento pentecostal ou carismático. Na obra do Espírito Santo, o Senhor opera também através de cinco ministérios. Não é somente o ministério pastoral ou o ministério profético; há cinco ministérios. Todas as nossas igrejas são beneficiadas pela operação desses cinco ministérios. Às vezes, na igreja local, só vemos um ministério — o ministério do pastor presente — mas o pastor não está isolado. Ele faz parte de uma igreja que vive como corpo de Cristo. Nessa comunhão, o pastor está em comunhão com servos usados como mestres, evangelistas, profetas e apóstolos. Ele recebe os benefícios da operação desses ministérios e transmite tudo isso à igreja local. Portanto, na igreja local não precisamos ter os cinco ministérios ao mesmo tempo, mas nos beneficiamos da operação dos cinco ministérios no corpo. Amém. Outro aspecto presente na obra do Espírito Santo é que a Palavra de Deus — a Bíblia — é vivificada; torna-se um livro vivo e é revelada pelo Espírito Santo. O Espírito Santo nos mostra o que está além da letra; revela os mistérios do Reino de Deus. Lembram-se? “A vós é dado conhecer os mistérios do Reino de Deus; aos outros se fala por parábolas.” Graças a Deus! Louvado seja o Senhor por este privilégio que temos. Amados irmãos, na obra do Espírito Santo a salvação é em santificação pelo Espírito Santo — está escrito em 1 Pedro 1:2: “Somos salvos em santificação do Espírito.” Ou seja, esta santificação é separação do pecado. O Espírito Santo nos dá o poder para vencer o pecado e para obedecer. Já falamos a respeito da obediência: para isso somos salvos. E a aspersão do sangue de Jesus — já mencionamos isso mais cedo — todos ouviram: experimentamos na obra do Espírito a contínua aspersão do sangue. Pecamos e o sangue de Jesus nos purifica de cada pecado. Clamamos pelo sangue e recebemos a proteção do sangue, como protegeram as casas dos judeus quando estes estavam prestes a deixar o Egito. Lembram-se? Então, amados irmãos, toda a verdade inclui tudo isto; não são apenas dois ou três aspectos da operação do Espírito Santo, mas toda a operação do Espírito Santo. É isso que o Senhor quer realizar e está realizando em nosso meio. Amém. Vamos fazer uma comparação entre operações parciais, tópicas, do Espírito Santo e uma obra na qual há essa plena operação do Espírito. Por que colocamos esta parte nesta mensagem? Porque muitas vezes somos tentados a julgar outros, a achar que somos melhores do que irmãos que estão em outras denominações ou movimentos. Isso seria um erro. Nós não somos melhores; provavelmente somos os piores. É por isso que o Senhor disse: “Este povo só será salvo se eu operar toda a minha obra completa no meio dele; senão não tem jeito.” Uma opinião pessoal minha: somos pobres e necessitados. Precisamos — reconhecemos isto — de ser batizados com o Espírito Santo e com fogo. Fogo é luz que vem do céu; é revelação que vem do céu. Fogo que ilumina o nosso caminho e nos mostra a vontade do Senhor, o caminho que devemos seguir. Quando falhamos, o Espírito Santo nos fala: “Eis o caminho; cuidado, você está saindo do caminho; andai nele.” Quando tentamos nos desviar para a esquerda ou para a direita, ouvimos aquela voz: o Senhor, na Sua misericórdia, nos corrigindo, nos orientando. Essa é uma característica desta obra. Estamos aprendendo tudo isso, mas sempre atentos para o fato de que não agrada ao Senhor que estejamos criticando irmãos de outros grupos ou denominações. Não. Estamos aprendendo para nossa instrução, para nossa correção, para que saibamos como caminhar de acordo com a vontade do Senhor. Amém. Podemos julgar a nós mesmos, mas não os outros. “Examine cada homem a si mesmo”, nos diz a Palavra. Se nós nos julgarmos primeiro, o Senhor não nos julgará. Então vamos nos examinar: Senhor, eu estou sendo obediente? Eu estou sendo fiel? Amém. Eu estou ouvindo aquilo que o Espírito Santo está fazendo; eu estou sendo obediente. Então, amados irmãos, o Espírito Santo está edificando em Sua obra um povo que executa toda a Sua vontade, obedece a toda a Sua Palavra e é guiado em toda a verdade. Amém. Esse é o nosso privilégio e a nossa responsabilidade. Por quê? Aquele que recebe pouco, o Senhor exigirá pouco dele; mas aquele que recebe muito, muito lhe será exigido. Já está escrito. A nossa responsabilidade é grande, irmãos. Não nos esqueçamos disso, porque temos recebido muito do Senhor: muitas bênçãos, muitas manifestações do Seu amor, da Sua misericórdia, da Sua graça. Graças a Deus por isto. O Senhor sempre exigiu de nós temor e obediência. Temor. É por isso que nós vigiamos e oramos, como nos diz o Senhor. Vigiamos para não cair em tentação a cada dia. Cada dia buscamos mais do Espírito Santo, lembrando-nos do que está escrito: “Quanto mais, o vosso Pai Celestial dará o Espírito Santo àqueles que pedirem.” Você tem pedido pouco do Espírito? Vai receber pouco; se pedir mais, receberá mais. Comece o dia: “Senhor, enche-me hoje do Espírito Santo, porque eu quero andar na luz, eu quero andar no Espírito; quero hoje ser vitorioso sobre a minha carne; quero realmente Te agradar em todas as coisas.” Amém. Então, a quem devemos ser obedientes? Vou falar agora para os mais novos na fé, os recém-convertidos: obediência à doutrina dos apóstolos, que está na Palavra de Deus. Na Palavra encontramos o modelo de igreja que agradou o Senhor: a igreja apostólica, que foi fiel em todas as coisas ao Senhor. Este é o nosso modelo. Somos fiéis a toda a doutrina, a toda a Palavra, porque cremos que toda palavra é útil para a nossa edificação, para nossa instrução, para que o homem de Deus seja levado a ser fiel ao Senhor em todas as coisas. Amados irmãos, firmamos neste obra um compromisso com o Senhor. O nosso compromisso é obediência: obedecer o Senhor. Para isso, precisamos sempre nos lembrar de consultar o Senhor, ouvir aquilo que o Senhor fala e obedecer: consultar, ouvir e obedecer. Uma forma de sintetizarmos aquilo — a nossa responsabilidade diante do Senhor, o compromisso que nós, como igreja, temos com o Senhor — é este compromisso pessoal que cada um tem com o Senhor. Essa, insistimos, é a nossa razão de existir: ser um povo obediente. E o Senhor espera de nós fidelidade em tudo que Ele nos tem orientado. Tudo na vida da igreja. Se o Senhor orienta um culto, Ele espera a nossa fidelidade; que estaremos presentes no culto. Se o Senhor orienta uma escola dominical domingo às 10 horas da manhã, nós somos fiéis: estaremos lá às 10 horas da manhã. Não somos daqueles que fazem a obra de Deus relaxadamente, negligentemente. Irmão, sabe o que a Bíblia diz sobre quem faz a obra de Deus negligentemente? Nem vou falar para não assustar ninguém aqui, mas não é algo muito bom. Nós somos zelosos e queremos agradar o Senhor em todas as coisas. É por isso que somos fiéis. Podemos preferir ficar em casa domingo às 10 horas, reclinar no sofá e assistir ao culto pela televisão: vou lá, tô com sede, vou à cozinha, volto, bebo um golinho d’água... Mas sentar na igreja para estar com os irmãos tem um ganho espiritual que o sofá não dá. Eu assisto a mesma mensagem em casa, reclinado no meu sofá — não é a mesma coisa. Concordam? Você está perdendo a comunhão com o corpo. Quando o povo de Deus se reúne para glorificar o Senhor e ouvir a Palavra de Deus, o Senhor promete a Sua presença ali. Ele não promete a Sua presença no seu sofá em casa. Sabe quando o povo de Deus se reúne na igreja? Há uma operação do Espírito Santo ali que você jamais terá em casa. Jamais. Quando a congregação está reunida, amados irmãos, o Espírito Santo opera a Sua vontade através dos louvores, das orações que são ouvidas, através da mensagem. E nós não queremos perder isso. É por isso que todos nós — eu sei que todos vocês — somos fiéis ao Senhor e a toda a Sua orientação: as reuniões da igreja, a reunião das senhoras — temos essa bênção — todas as senhoras da obra são fiéis ao Senhor; não há infiéis. Isso foi coisa do passado; já não existe mais. Louvado seja o Senhor. Somos fiéis à reunião de jovens — todos os jovens ali estão. Há também a reunião dos professores que buscam a vontade do Senhor para as aulas; todas as professoras ali são fiéis. Louvado seja o Senhor. Somos um povo fiel pela misericórdia do Senhor, pela graça do Senhor que se manifestou em nosso meio. Temos os motivos de oração do mês, todos já sabemos disso. O Senhor nos diz, por exemplo, que em determinada semana devemos observar um jejum — das 0h às 9h, por exemplo. Num mês é pelos vizinhos, noutro pelos colegas de trabalho. Todos somos fiéis ao Senhor. Essa é a nossa característica; não é que alguns são fiéis — somos todos fiéis. Lembro-me de que pertenci a uma denominação em que os fiéis eram chamados “os espirituais” — eram uns três ou quatro no meio de cem pessoas. Eram considerados pessoas especiais. Louvado seja o Senhor, hoje todos somos espirituais. Aleluia! Glória ao Senhor. Somente o Espírito Santo pode realizar isso, não é? E somos assim por quê? Não porque fomos forçados, obrigados ou ameaçados. Não: somos assim porque amamos o Senhor. Glória a Deus. Alegremo-nos em fazer toda a Sua vontade. Somos servas e servos, como Davi, que amam agradar ao Senhor por gratidão, por tão grande salvação que Ele nos revelou. Poderíamos citar outras coisas, outros aspectos da fidelidade nas atividades da igreja: os que participam do ensaio do grupo de louvor estão presentes no dia com alegria; não é nenhum esforço, não é sacrifício estar no ensaio; não é sacrifício estar na reunião do grupo de intercessão. Nós fazemos questão; queremos agradar ao Senhor. O Senhor nunca está em dívida conosco. Quando nos convertemos, pensamos: “Vou fazer isto para o Senhor; Ele me deverá uma bênção; Ele terá de me abençoar. Olha como eu sou fiel.” Não. Antes disso, o Senhor já nos abençoou. Então procuramos ser fiéis; o Senhor nos abençoa — e continuamos devedores ao Senhor, por assim dizer. Fazemos tudo por amor, por gratidão, com alegria no coração. Aleluia! Amados irmãos, conclusão: todos nós somos chamados para sermos um povo que fará toda a Sua vontade. Glória a Deus. Um povo fiel em todas as coisas. Não vou fazer ameaça — nenhuma ameaça — mas se deixarmos de ser fiéis, isso não faz sentido para nós. Nós decidimos que seremos fiéis até a morte. Aleluia! E receberemos a coroa da vida. Louvado seja o Senhor. Aleluia. Pr. Alexandre Gueiros