Louvado seja o nome do Senhor.

Cumprimentamos a igreja local e também aqueles que nos assistem pelo satélite, pela rádio, TV e internet, com a paz gloriosa do Senhor Jesus.

Foi lida a Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículo 52, e a mensagem da noite trouxe uma profunda reflexão sobre a volta iminente de Jesus Cristo.

O pregador destacou que vivemos um momento profético, no qual a igreja se prepara para o grande evento que toda a humanidade presenciará: a volta de Jesus. A mensagem é clara — Jesus morreu, ressuscitou, venceu a morte, está no céu e voltará para buscar a sua igreja.

Assim como em Israel a trombeta era tocada com um propósito específico — para avisar e despertar o povo —, hoje o Espírito Santo toca essa trombeta espiritual em nossos corações, alertando: Jesus vai voltar!

O apóstolo Paulo descreve que esse acontecimento será num abrir e fechar de olhos, algo tão rápido que o olho humano não conseguirá perceber. Em milissegundos, a transformação acontecerá. Não haverá tempo para arrependimento ou preparo de última hora — será instantâneo.

Por isso, a mensagem é de despertamento: não adianta planejar a vida apenas para o futuro terreno e esquecer da eternidade. Um irmão compartilhou um sonho em que via as pessoas planejando o próximo ano, mas não encontravam uma agenda — simbolizando que não há mais tempo para planos longos, e sim para estar preparado a cada dia para o encontro com Jesus.

O pregador lembrou que de nada adianta conquistar vitórias terrenas e perder o bem maior — a salvação. Muitos estão tão fascinados com o brilho deste mundo que esquecem de que “muitos são chamados, mas poucos os escolhidos”. O verdadeiro servo de Deus é aquele que vive como peregrino, preparado diariamente para o arrebatamento.

Ele exortou: “Vigiai e orai, porque Jesus Cristo está voltando.”
A história da humanidade não está perdida, sem rumo. Há um propósito e um final determinado por Deus — o triunfo glorioso de Cristo e da Sua Igreja.

Durante o culto, foram reveladas visões espirituais:

  • Um anjo media a pressão dos corações, simbolizando que todos os batimentos — sentimentos — estavam iguais, em perfeita unidade do corpo de Cristo.
  • Havia vestes brancas iguais, mostrando o renovo espiritual e a pureza da igreja.
  • Uma fonte de águas vivas jorrava sem cessar, simbolizando Jesus como a fonte eterna. Um homem sedento perguntava se havia água para ele, e o anjo respondia: “Permaneça junto à fonte, porque há água para você.”
  • O Senhor também mostrou um limite traçado, e dentro desse limite havia louvor e gratidão. Fora dele, cessava o louvor — representando a importância da obediência aos limites que Deus estabelece.

Ao encerrar o culto, o pregador perguntou:

“Estamos preparados para a segunda vinda de Jesus?
O que você gostaria de estar fazendo quando Jesus voltar?”

Ele respondeu com a citação de um servo de Deus:

“Gostaria de estar fazendo o que faço todos os dias,
porque todos os dias espero a volta de Jesus.”

A exortação final foi para que vivamos como se Jesus voltasse hoje, pois “num abrir e fechar de olhos” estaremos para sempre com o Senhor.

A mensagem conclui com o contraste entre as duas vindas de Cristo:

  • Na primeira, veio humilde, montado num jumentinho, nascido em uma manjedoura.
  • Na segunda, virá como Rei dos reis e Senhor dos senhores, em glória e majestade.

O culto encerrou com uma oração de gratidão:

“Senhor, louvamos pela alegria de esperar o dia glorioso da Tua volta.
Que possamos anunciar a cada instante: Jesus em breve virá.”

E a bênção apostólica foi proclamada sobre toda a igreja:

“Que a graça bendita e salvadora do nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor de Deus o Pai, e as consolações do Espírito Santo
repousem sobre toda a igreja, agora e até o dia glorioso da volta do Senhor Jesus. Amém.”