O que as Ofertas do Velho Testamento Ensinam Sobre o Culto Hoje: Manjares, Sacerdócio e Cristo em Cada Detalhe
Sabe quando um assunto é tão rico que a gente termina o episódio com a sensação de que ainda tem muito “ponto a ponto” para explorar? É exatamente isso que acontece nesta segunda parte sobre as ofertas do culto no Velho Testamento. O programa segue firme no tema, explicando com calma e clareza como o culto levítico funcionava na prática e, principalmente, o que essas ofertas ensinam para a vida cristã hoje — sempre apontando para o Senhor Jesus.
Logo no início, o episódio retoma a ideia central: quando falamos em ofertas no contexto do Velho Testamento, estamos falando de um modelo de culto estruturado por Deus, com tipos diferentes de ofertas — algumas envolvendo sacrifício de animais, outras envolvendo grãos e preparados como pães e bolos. E aí surge uma pergunta bem humana e bem interessante: se certas ofertas eram “ao Senhor”, como os sacerdotes se alimentavam delas? Afinal, era algo santo, consagrado, separado… então como isso funcionava?
O programa vai organizando essa resposta por partes. Primeiro, lembra que o sacerdócio tinha critérios: o sacerdote precisava ser da família de Arão, dentro da tribo de Levi. E isso não era detalhe pequeno — porque os levitas tinham uma característica marcante: eles não viviam de lavoura, não acumulavam propriedades como as demais tribos. A responsabilidade deles era o serviço do tabernáculo, o cuidado com as coisas sagradas e tudo o que envolvia o culto. Por isso, o sustento vinha do que o povo consagrava ao Senhor, como os dízimos das primícias e também as partes determinadas das ofertas.
Daí o episódio deixa claro um ponto importante: cada oferta tinha uma destinação. Havia uma parte relacionada ao ofertante e uma parte destinada ao sacerdote, porque ele era o oficiante do culto. No caso da oferta de manjares, feita com elementos como flor de farinha, azeite, incenso e sal, ela era preparada pelo ofertante e apresentada no altar. E, depois de consagrada, tornava-se parte do sustento do sacerdote e de sua casa — não porque ele “pegava para si”, mas porque o próprio Deus havia estabelecido aquela participação.
O mais bonito é quando o episódio traz isso para o nosso coração hoje. A conversa mostra que, no culto cristão, aquilo que oferecemos ao Pai — nossa oração, louvor, dedicação — é ofertado em função do Senhor Jesus. Ele é apresentado como nosso Sumo Sacerdote, e tudo o que é verdadeiro no culto encontra sentido nele. E ainda há um retorno espiritual: quando adoramos e servimos ao Senhor, não fazemos para “ganhar algo”, mas voltamos para casa com frutos — resultado da gratidão, da comunhão e da presença de Deus.
Em seguida, o episódio entra num contraste forte e necessário: existe diferença entre participação legítima e abuso. A conversa lembra o caso dos filhos de Eli, que foram condenados por se apropriarem das ofertas de forma errada, antecipando-se ao que deveria ser dedicado ao Senhor. E aqui o ensino ganha um peso espiritual: o episódio destaca que a gordura era do Senhor, e a explicação se aprofunda em Levítico, trazendo a orientação sobre a gordura “sobre os rins”. Esse detalhe é usado para ilustrar uma lição: as emoções e sentimentos do servo de Deus pertencem ao Senhor, e não devem ser entregues nas mãos de homens, líderes ou figuras religiosas, por mais respeitáveis que sejam. A ênfase é clara: a devoção, a confiança e o coração do cristão precisam estar centrados no Senhor.
Na reta final, o programa fecha com uma parte muito rica: o simbolismo das formas de preparo da oferta de manjares (forno, panela e frigideira). A explicação aponta lições ligadas às aflições e à obra de Cristo: momentos de sofrimento profundo, momentos compartilhados com os íntimos e momentos públicos. Tudo isso é apresentado como um ensino que ajuda a enxergar como a vida e a obra do Senhor Jesus são reveladas, tanto no que ele sofreu quanto no testemunho público do seu sacrifício.
E o episódio ainda destaca uma diferença essencial: enquanto várias ofertas envolviam sangramento (um animal sendo oferecido), a oferta de manjares era sem derramamento de sangue. Isso é ligado às duas dimensões do sacrifício de Jesus: por um lado, o Cordeiro de Deus que derrama seu sangue; por outro, a vida perfeita de Cristo, em que cada ato subia como “cheiro suave” ao Pai, levando pessoas a glorificarem a Deus pelo que viam e ouviam.
Se você gosta de aprender Bíblia com base, com explicação e com aplicação espiritual equilibrada, esse episódio é daqueles que valem cada minuto. O texto aqui já te dá um panorama bem completo, mas o vídeo aprofunda ainda mais as conexões, os detalhes e os ensinos. Assista ao episódio completo e aproveite para deixar nos comentários o que mais te chamou atenção — às vezes, uma observação simples vira aprendizado para muita gente.