Eu quero saudar a todos os nossos irmãos, aqueles que nos veem pelo Canal 126 da Embratel ou canal 85 da Sky, aqueles que nos veem também pela plataforma do YouTube, os nossos irmãos da Igreja Cristã Maranata, irmãos de outras igrejas, servos de Deus que acompanham os nossos conteúdos, a todos: a paz do Senhor. Nós estamos falando, nesse mês de janeiro, sobre os grupos de assistência na participação dos nossos cultos, dos nossos conteúdos, na vida das nossas igrejas. Temos aqui de volta o Pastor Ricardo, o Pastor Gedair, todos nós aqui tratando desse assunto que é importante para a igreja. 8:46 Começamos aqui com Ricardo, meu amigo. 8:54 Muito bom. Então, a igreja onde nós estamos é uma igreja um pouco menor. Nós temos lá dois grupos de assistência. Esses grupos se revezam durante a semana, sempre tendo alguém assim mesclado, não tem só de um grupo só, não. Dos dois grupos vão várias pessoas. 9:14 Então, o grupo de assistência, como já foi falado numa reunião anterior, ele contribui com o culto diário, com relação aos dons espirituais, com relação à oração pelos visitantes ou pela própria igreja. Então, esses grupos de assistência têm um papel fundamental dentro da vida diária da igreja. 9:38 Os grupos de assistência são formados por instrumentistas, senhoras, varões, obreiros, diáconos. É como se fosse uma igreja menor, numa menor escala. Então, as pessoas que fazem parte desses grupos são como uma igreja menor que, no somatório, forma a igreja toda. 10:04 Cada grupo tem o seu papel. Nos cultos diários, é um grupo que abre a igreja pela madrugada, que limpa a igreja. Nós não temos grupos de limpeza na nossa igreja. Na Igreja Cristã Maranata, todos os irmãos são voluntários, do pastor ao obreiro, ao diácono, à irmã. 10:42 Então, são feitas as coisas necessárias durante a semana: a abertura da igreja no culto da madrugada, no culto à noite, a limpeza da igreja. O grupo de assistência faz parte disso também, além da parte espiritual, que são os cultos em si. 11:01 Agora, me diga uma coisa: você tem uma igreja com seus grupos. Como é que você avalia o desempenho dos seus grupos de assistência, Pastor Amadeu? Eh, a gente, eu costumo dizer assim, até aproveitando a aula que a gente sempre ouve no Maanaim, eh, tem alguns pontos, né, que você observa se o grupo tá crescendo, se o grupo, por exemplo, ele tem uma vida espiritual. Eu tô falando do culto profético. Como é que você faz isso? Eu dei até uma palavra esses dias na igreja sobre essa questão da espiritualidade na igreja, como corpo sadio, não é isso? Então, é evidência dos dons espirituais. Nós vemos muitas vezes, e é notória a alegria da igreja em glorificar ao Senhor, em adorar ao Senhor. Mas uma igreja que ela está sã espiritualmente, os dons espirituais, eles se manifestam no meio da igreja. Então, o culto profético, ele não deve ser uma reunião apenas de oração, de cantar louvores, mas aquela reunião que antecede o culto ali para colocar os dons em ordem, aquilo que nós temos aprendido. Então, o que nós aprendemos é: terminou um culto, a igreja já está orando, ou o grupo de assistência, um exemplo, exemplificar. Terminou o culto de domingo à noite, o grupo de assistência que é responsável pela segunda-feira, do culto de segunda-feira, já tá mobilizado, já tá mobilizado, já tá. Hoje tem uma coisa, é o seguinte: hoje todo mundo tem zap, tem esse negócio de WhatsApp, pois então eles entram em contato um com o outro, se comunicam. Eu, por exemplo, tem irmãs que às vezes não podem estar na igreja, mas mandam os dons espirituais no WhatsApp. "Ó, pastor, tive essa visão aqui." Isso, essa é uma demonstração. A igreja, ela está sã espiritualmente. É a importância do ser envolvida, ela tá comprometida. P, me permita usar até isso, tá comprometida com o culto. Porque quando você está comprometido com o culto, você pensa na madrugada, você pensa: qual vai ser o irmão que vai ficar no portão? Então, eu preciso chegar um pouquinho mais cedo para receber as irmãs, receber os irmãos. Eu preciso estar preocupado com a limpeza. Tem um grupo de irmãos voluntários, valentes do Senhor, que amam a limpeza, né? Exato. Mas eu queria, veja só, tá tudo, mas veja só o que o enfoque aqui mais para a igreja no que eu quero aqui conversar com vocês. É o seguinte, são os dois pontos, como nós falamos de abordagem, que é o culto profético e a EBD, entendeu? Porque aí eu pergunto a vocês dois, como é que vocês avaliam isso? Por exemplo, como é que você avalia o culto profético na sua igreja? Porque o culto profético, veja uma coisa, o culto profético é fundamental, senão o Senhor não tinha revelado, né? O culto profético é aquele que o Senhor programou lá na eternidade. Tá, uma das... Exatamente, é um culto diferente. Então, você tem, e a igreja, ela facilmente entra naquela zona de conforto, né, e tal. Vai lá para desencargo de consciência, aquela coisa toda. Então, o pastor tem que estar cobrando. Então, como é que tá o culto profético? Então, você pega aqui, então, você chegou hoje aqui, tá? É o grupo do diácono, fulano de tal. Houve uma certa dificuldade no culto profético do dia de hoje. Quem é o diácono de hoje? Diácono Márcio. Márcio, seu grupo hoje, o que que houve? Ele vai ter que ter uma resposta, ou ele vai ter que estar na próxima reunião perguntando aos irmãos o que aconteceu. Porque ele, é o grupo aqui, é culto profético, culto profético. Porque eu costumo dizer uma coisa muito interessante: a pessoa entra na igreja, entendeu? Quando você entrega um dom com... Ele, o dom espiritual desloca o adversário, entendeu? É uma ação que a luz, onde bate a luz, as trevas dissipam. Então, o culto profético é fundamental, ele tem que ter. Então, é por isso nós temos que trabalhar os grupos de assistência. Isso, grupo aqui, você tem sua igreja, tem cinco, seis grupos de assistência, um grupo para cada dia, tá? Segunda, terça, quarta, quinta, sexta. Aí, outro mês, vai mudando e tal. Mas você tem que estar cobrando o dia que tá, pá, pá, pá, pá, e tal. Aqui, e tá vendo direitinho aquilo que você falou. Você tinha um grupo de 14. Em um ano, seu grupo, você orou, chamou os 14, vamos buscar, vamos clamar. E no final de um ano, você era um, você era 28. Você imagina isso em um grupo, seis grupos de 20, se você dobrar, você dobrou a igreja. Poxa, é, entendeu? É muito. E se nós seguirmos isso, diarias, e Ricardo, nós vamos ter um sucesso total nas nossas igrejas. Porque isso que você tava falando sobre... Pode continuar, te interrompi. Não, sem problema algum. Eh, porque, na verdade, sintomas, né, pastor, como a igreja, como o corpo, apresenta sintomas se tá sadio ou se tá um corpo doente. Então, o Senhor apontou o culto profético e também a escola bíblica dominical, a doutrina. Se você pega um grupo de assistência que não participa da doutrina, da EBD, é um grupo de assistência que não tá entendendo as doutrinas da igreja, não tá vivenciando isso, traz problema. Então, passa a ser um problema. Justamente, não entendendo. Então, como é que o responsável do grupo tem que fazer? Ele tem que verificar, até mesmo de... O testemunho da igreja do Senhor, né? Então, tem que verificar como é que estão os relatórios. Não é uma cobrança, pastor, mas é um cuidado. Eu sempre digo pros responsáveis o seguinte: nós não somos aqui aqueles que ficam fazendo inquisições dos irmãos, mas quando você demonstra o amor, o grupo de assistência é demonstração de amor, de preocupação. Você liga, você procura saber por que que você não tá vindo, o que que está acontecendo. Então, você traz a ovelha a entender a importância disso. Dentro disso, dentro... Olha só, vamos bater na tecla do grupo de assistência. Aqui tá o grupo de assistência, Ricardo é responsável por esse grupo. Tá, o que que nós estamos vendo hoje, Ricardo, sobre as igrejas de uma maneira geral? Vamos partir, criança. Nós temos uma preocupação muito grande com as crianças, porque as famílias, às vezes, os pais, às vezes, não tem muito juízo. Esquecem que o mundo que tá aí fora é um mundo terrível. Internet, as crianças hoje têm acesso à internet. Então, você pega aqui, você chama aqui, Ricardo, como é que estão as crianças do seu grupo de assistência? Qual a participação delas na escola bíblica? Ricardo, qual a participação dos seus jovens no seu grupo de assistência? Isso o diácono tem que ser instruído a fazer. Naquela reuniãozinha que ele faz uma vez por semana, ele vai ter que avaliar. Se ele não tem como avaliar, coloca as mulheres, as senhoras, que são extremamente zelosas para elas fazerem uma avaliação, passar para você. Põe elas para secretariar. E isso. Quais são os jovens que não tão vindo às EBD? Jovem, na brincadeira não. Você tem a metade que vai, a metade que não vai, entendeu? E aí, por que esses jovens que não estão indo? Facilmente eles vão ser envolvidos pela doutrina estranha que tá lá. Então, você, no seu grupo, você vê lá quais os jovens que não estão vindo à EBD. Grupo de louvor, quais os membros do grupo de louvor que não estão envolvidos com EBD? Você tem que chamar. Não é para tirar, meu irmão, minha irmã, você precisa estar aqui, você precisa participar. É a doutrina. Instrumentista, se você vê, se cada membro do grupo de assistência avaliar, como você falou, né, a... O grupo de assistência é uma igreja dentro de outra igreja. Se você avaliar a saúde desse grupo… Eu cheguei na minha igreja, na primeira reunião. Eu até falo com ele, mexo com ele, que é meu sobrinho, filho de Ador, o André. Ele não é uma figuraça, né? Dion, ele, mas ele é tal, né? Todo jeitoso e tal. Aí cheguei lá na reunião dele, tinha, eu até disse, contei 11, disse a ele que tinha 15. Tudo bem que tivesse 15. Eu falei, André, tem 15 aqui. Quantos? Aí me chama de tio, "tio, meu grupo tem 50, mas só tem 15 aqui." Os outros 35 não… nós estamos trabalhando, tal, não sei o quê. Então, veja uma coisa, o diácono tem que entender, ele não pode ficar satisfeito com os 15 que estão ali. Ele tem que motivar os 15. Eu digo, "Olha, vocês vão telefonar ou vão entrar com o zap com os que não estiveram aqui, por que não estavam? Por que voltar aqui?" Você nunca vai ter 100%, mas tem que aumentar essa participação. Então, você trabalha, as reuniões precisam ser marcadas, uma reunião só para oração. "Irmãos, olha, hoje vamos reunir por 20 minutos, mas é só para orar uns pelos outros, pelas famílias, pelos lares." O Senhor vai dar dons ali, vai falar entre eles. Marque um dia para uma vigília pequena, aquela vigília de meia hora que você faz lá. Entra, entendeu? Faça esse trabalho, é muito importante dentro do grupo, porque se você fortalecer o grupo de assistência, porque eles se fortalecem, os grupos, aí, quando eles batem dentro da igreja, aí pronto, é um trabalho excelente. Isso tem que ser feito dentro do grupo de assistência. Aí, você vai ter o resultado: culto profético e EBD perfeitos. Porque a importância disso para a igreja é muito grande. Voltando ao nosso assunto, falamos no programa da semana passada, temos que agora chamar os grupos de assistência e não deixar que eles percam aquilo que conseguimos no trombos e festas. Exatamente, ligar pros visitantes, entrar em contato, ver eles, o que… Outra coisa que vocês têm que entender, e é muito importante, os irmãos estão assistindo também: o pastor GTI tinha dito que nós tínhamos que pegar as igrejas e fazer com que cada membro fosse um professor. Cada membro de igreja, aí entra o frequentador da EBD, entendeu? Por exemplo, lá na igreja que eu estou, olha, eu nunca imaginei. Quer dizer, a gente fica tão afastado desse tipo de realidade, que você não para para pensar. Uma senhora chegou, frequentou, veio na trombeta de festa, voltou, tá voltando. Não sabe o que é salvação. O que é salvação? Por que vocês falam em salvação? Mas o que Jesus salva, de quê? Você vê uma pessoa cristã, frequenta a igreja lá, mas não sabe o que é isso. Um casal da igreja, uma igreja tradicional. "Pô, nós nunca ouvimos falar sobre o toque da trombeta." Que trombeta? Mas o que é a última trombeta? Como é que é isso? Vai ser um som? Você tá entendendo? Então, o irmão aí que é bem preparado na EBD tem resposta. O que é a última trombeta? Por que vocês pregam que a quarta trombeta é a última trombeta? Um irmão que pratica, que frequenta EBD, sabe responder, sabe perfeitamente. E a importância do grupo de assistência, porque geralmente essas dúvidas, pastor Amadeu, vão surgir. E se tiver um grupo de assistência com todas as características que a gente falou aqui, bem alicerçado com os membros participantes da EBD, ele vai saber responder. E a pessoa, aquela que está chegando, geralmente vai procurar ele, não procura diretamente o pastor. Muitas vezes, ele procura aquele que deu assistência a ele, tem mais liberdade para conversar. Se o responsável do grupo está ali ativamente, já criou um vínculo também com aquela ovelha que está sendo assistida. Ela tem mais liberdade de perguntar. Então, a importância de um grupo de assistência sadio que participa do culto profético é justamente essa. Porque, se ele participa do culto profético, o Senhor já deu dons a respeito do que é uma trombeta, ele já ouviu a voz do Espírito Santo, já participou de dons que se cumpriram na vida da igreja. O Senhor está falando, orando, mostrando dons, e o Senhor cumpre na vida da igreja. E eu o som da trombeta, do arrebatamento. Mas tem uma coisa muito interessante, vou contar para vocês: essa semana, recebi uma irmã na igreja, uma serva de Deus, e ela é mãe de um pastor. Eu não conhecia o pastor, que é até médico também. Ela me fez uma pergunta muito interessante. Sempre cobrando ali a participação nas reuniões, no culto profético, ela falou: "Pastor, eu tenho um problema." Eu falei, "Qual, minha irmã?" "Eu venho a todo culto profético, mas o problema é: Claro que não, eu não tenho nada para fazer, então eu gosto de vir para o culto profético." E ela é muito usada em dons. Toda reunião que ela vem, ela traz um dom. Olha só, a irmã vem todo culto profético, ela vem, o culto para ela não começa às 7 ou 7:30, o culto para ela começa com aquela reunião antes do culto. Ela vem e ora durante o dia pelo culto. Isso é importante, muito importante. Nós tínhamos uma experiência na igreja de Vila Velha. Aquela era uma máquina de dons. Eu tinha uma irmã no meu grupo de assistência, na época que estávamos lá. Ela era diácono e ela tirava 15 minutos. Ela tinha sempre conta a experiência dela. Ela era gerente da Caixa Econômica. Eu falava: "Fulana, você não… não era o dia do grupo dela, mas ela estava lá. Ela vinha para a reunião." Eu dizia: "Como você tem dons todo dia, Amadeu?" Ela dizia: "Eu tenho 15 minutos de lanche. Durante o intervalo da tarde, eu tomo café. Quando entro no banheiro para escovar os dentes, fecho a porta, escovo os dentes, e ajoelho ali para clamar pelo culto da noite." Nunca o Senhor deixou me deixar sem um dom, nesse momento. Sempre ela trazia uma visão. Se todos fizessem isso, rapaz, compromisso com o culto, né pastor? Um culto, coisa maravilhosa, e os dons, né? Cada dom, rapaz, cada dom com uma coisa maravilhosa. É um trabalho, o que eu estou dizendo para vocês aqui. Porque nós estamos com uma geração nova, uma geração de pastores novos. E eu até disse para Gedelti na última reunião, "Ah, vamos botar os novos. Está tudo certo. Vamos botar os novos para trabalhar mesmo." Mas, às vezes, alguns novos não passaram pela experiência que os outros passaram, para poder até ir além disso, e muito além disso. Nós não podemos… Eu tinha o Ricardo, eu faço até hoje. Voltei para a igreja, agora, hoje. Eu vou no culto e sei quantos membros, quantas pessoas tem no culto. Eu conto. Entendeu? Eu conto. E é claro que eu tenho uma forma de contar. É muito prático. Fui professor de cursinho. Na época, sabia quantos alunos tinha na turma. Então, é muito simples. Você sabe, e pelo número de bancos, você tem 50 bancos, tem 50 bancos. Se você percebe que tem só cinco bancos sem gente, já tem uma ideia. Se 45 estão mais ou menos cheios, você multiplica. Você conta o número de bancos que estão vazios. Então, rapidamente, você sabe quantas pessoas tem. Eu faço essa avaliação. A gente tem que avaliar isso. A participação no culto, na EBD, no culto à noite. O culto de quinta-feira é um culto muito importante. Porque é um culto onde você ora pela igreja, pelos dons com a igreja. Isso é muito importante. Geralmente, por exemplo, a gente termina de orar pela igreja, sempre tem um dom. O Senhor sempre dá um dom espiritual a um irmão. Eu via isso no momento da oração. São dons que falam da caminhada da igreja. Na igreja, temos tido essa experiência, a caminhada da igreja, às vezes, um vento contra a igreja. Agora, terminando essa segunda parte aqui, o que nós temos que dizer para os irmãos, para nós pastores? Nós temos que, pelo menos, a cada três meses, conversar entre os grupos de assistência para saber quais os resultados que estamos tendo. Esse grupo aqui tem resultado, esse aqui tem, esse aqui tem. E esse aqui não tem. Vamos orar mais, interceder mais. Como você fez: tinha 14, passou para 28. Então, os grupos, se se mobilizarem para orar, interceder, se preocupar com tudo isso, vão crescer. E é isso que queremos dentro das igrejas. Muito bom, estamos encerrando essa segunda parte. Vamos voltar, claro, na próxima semana, contando experiências, não só as experiências do culto profético, mas também com a EBD. Há muitos sinais que o Senhor tem operado na EBD, e vamos começar a falar isso na próxima semana, a todos, a paz do Senhor!
Pastores: Paulo Henrique, Amadeu Loureiro, Ricardo Zouain, e Gedair Ferreira