18 min de leitura A importância da Ceia Mundial como sinal profético 26/02/2025
Versículos
"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." (1 Coríntios 11:26)
O culto de doutrina é aquele momento em que conversamos sobre a doutrina, repercutimos a Escola Bíblica Dominical, e o Conversas Bíblicas tem essa função dentro da transmissão no horário de culto, através do nosso sistema multiplataforma.
Aqui estão os pastores que participam hoje desta edição do Conversas Bíblicas:
Pastor Daniel Santana, paz do Senhor Jesus.
— Olá, paz do Senhor Jesus, Pastor Josias, Pastor Gilson e a todos os ouvintes da TV Manaim e da Rádio Manaim. Paz do Senhor!
Pastor Gilson Souza, paz do Senhor.
— Paz do Senhor, Pastor Josias. Paz do Senhor, Pastor Daniel. Paz do Senhor a todos os nossos ouvintes.
Do ponto de vista de representatividade, temos hoje o Pastor Gilson, responsável pela obra na África e também pela assistência na Ásia, Japão, Coreia do Sul e outras regiões. O Pastor Daniel Santana atua na América Latina, abrangendo os países de língua espanhola, além da América Central e Caribe.
— E também sou pastor em São Paulo.
Isso mesmo. O Pastor Daniel pastoreia em São Paulo, o Pastor Gilson em Vitória, e o Pastor Daniel Santana também em São Paulo.
O tema que vamos abordar agora marcou recentemente a nossa história e a história desta obra: a experiência da Ceia Mundial. Do ponto de vista doutrinário, quais foram os elementos vividos e pregados na Ceia que podemos trazer para o Conversas Bíblicas, a fim de refletirmos, repercutirmos e aprimorarmos nosso entendimento da Palavra?
Começo colocando para vocês: Pastor Gilson, e depois o Pastor Daniel pode comentar. Qual foi o motivo dessa Ceia? Do ponto de vista da liturgia do culto e da obra do Evangelho, a Ceia é sempre um momento muito especial, muito aguardado. Qual foi o significado dessa Ceia para nós, no nosso contexto?
— No nosso contexto, essa Ceia representou um momento de unidade no Corpo muito grande, porque tivemos uma participação expressiva de irmãos, inclusive de outras igrejas que possuem laços de comunhão conosco, tanto no Brasil quanto no exterior, em todos os continentes. Tivemos a experiência de manifestar juntos, nesse momento, um gesto especial diante de Deus: o gesto de gratidão. Nossa gratidão pela expansão da obra e pelo Evangelho Eterno de Jesus, que tem chegado a tantas regiões e países.
Os irmãos puderam sentir, ao mesmo instante, em fusos horários diferentes — alguns 12, 14 ou até 15 horas à frente —, a bênção de estarmos todos unidos. Foi um aperfeiçoamento da unidade, uma experiência notável do Corpo, em que pudemos expressar juntos nossa gratidão a Deus.
Pastor Daniel Santana, dentro dessa perspectiva e considerando a América Latina, o que você percebeu como repercussão dessa Ceia?
— Foi uma proclamação da unidade do Corpo. Através da Ceia Mundial, percebemos que o Corpo se fez unido. Tivemos muitas experiências em diversos países da América Latina, onde pastores estavam muito quebrantados por participarem dessa unidade. Um texto muito citado foi João 17:23, que fala sobre a perfeição na unidade do Corpo.
Na doutrina, Pastor Gilson, vemos que a unidade do Corpo é enfatizada. O que nos une é a doutrina, e isso é um tesouro desta obra. Quando a doutrina desta obra é apresentada a pastores de fora, eles a recebem como uma grande revelação e ficam maravilhados. Esta Ceia Mundial foi uma prova concreta da unidade da obra, que está unida pela doutrina. Além disso, foi um momento de gratidão e celebração pelas grandes bênçãos que o Senhor tem derramado sobre nós.
Pastor Gilson, o Pastor Daniel falou sobre Corpo, mas quero ampliar essa abordagem. Além da fundamentação na Palavra, há também um aspecto de proclamação. Uma experiência como essa, sobretudo da forma como a realizamos, não fica restrita apenas ao ambiente do Manaim — até porque o Manaim não tem paredes. Essa Ceia teve uma repercussão global. Que proclamação foi feita dentro dessa perspectiva de Corpo?
— A grande proclamação que fizemos ficou evidente na reação das igrejas e pastores de vários países, que enviaram vídeos e fotos mostrando como participaram. Eles tiveram uma experiência inédita, única, e puderam sentir essa comunhão. Muitos testemunharam sobre o que Deus operou entre eles no momento da Ceia.
Recebemos vídeos mostrando irmãos em comunhão e reverência. Alguns, por estarem em fusos horários diferentes, prepararam-se para tomar a Ceia em casa, em família. Ao recebermos fotos de famílias na Coreia, no Japão, na China, na Austrália e na Nova Zelândia, que participaram durante a madrugada, foi impossível não lembrar do momento em que Israel celebrou a Páscoa no Egito, cada um em sua casa.
A alegria dos irmãos era visível. Essa proclamação serviu como um testemunho poderoso, reforçando a essência da nossa mensagem: a volta do Senhor Jesus. O próprio Jesus disse aos discípulos: "Não beberei mais do fruto da vide até que se cumpra no reino de meu Pai."
Não há como dissociar esse momento da Ceia dessa proclamação. Se olharmos para o Êxodo, vemos que a Páscoa foi estabelecida para marcar o tempo profético da saída do Egito. No Novo Testamento, Jesus celebrou a Páscoa com seus discípulos na véspera de Sua morte, e hoje vivemos uma Ceia na véspera da volta do Senhor Jesus para buscar Sua Igreja.
— Exatamente! O apóstolo Paulo disse que Jesus é a nossa Páscoa. Ele é a nossa esperança, nossa passagem, nossa saída.
— Maravilhoso! O Pastor Gilson mencionou as famílias reunidas nesses países, e isso nos lembra da saída do povo do Egito, onde todos estavam ao redor do cordeiro. O centro era o cordeiro. Hoje, estamos perto da nossa saída, e o centro continua sendo o Cordeiro, Jesus.
Jesus é o centro de tudo. Isso define muitas coisas em relação ao verdadeiro Evangelho.
Muito bem. Em relação à mensagem trazida na Ceia, um dos textos abordados foi: "Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho, e não amaram as suas vidas até a morte."
Do ponto de vista dessa mensagem, Pastor Gilson, que foi trazida ontem, no contexto da Ceia, o que podemos hoje repercutir como forma de aperfeiçoamento para os irmãos, no sentido doutrinário, daquilo que é o aprendizado? É muito importante essa palavra, porque ela fala dos dois elementos que marcaram a igreja vitoriosa, e esses dois elementos estão exatamente no sangue, o sangue do Cordeiro, e a palavra, a palavra do testemunho deles, que era a palavra viva, a palavra revelada pelo Espírito Santo. Então, isso vai exatamente encaixar perfeitamente no que representou a Ceia de Jesus com os discípulos, porque, quando Ele disse, ao falar a respeito do pão, Ele estava falando do corpo, aquilo que vinha d'Ele, o alimento, e a palavra é o alimento. Quando Ele falou do sangue, esse cálice é o Novo Testamento no meu sangue, Ele estava falando exatamente da maneira como a igreja ia vencer, porque a igreja ia ter vida. O sangue é vida, e esse sangue, que é vida, nos foi dado através da operação do Espírito Santo. Então, quando nós falamos do cálice, do sangue, estamos falando exatamente daquilo que nos garantiu toda a vitória, que foi a operação do Espírito Santo, o Espírito Santo em nós, que nos deu vida e que sempre deu vida à igreja. O que se nota, inclusive, nessa expressão quando diz "o sangue e a palavra", é porque ali na Ceia já estava isso profetizado: a palavra no pão e o cálice, o sangue, que é o Espírito Santo, a alegria do Espírito Santo. Glória a Jesus!
Do ponto de vista dessa palavra e dessa operação, qual a associação que podemos fazer com esse momento profético que vivemos hoje? A associação é que, hoje, o cristianismo se distancia do aspecto profético, da experiência da obra do Espírito. Agora, é a palavra revelada, é a palavra que está mais além da letra. É interessante que, quando Jesus fala pros religiosos em João 8:56, Ele diz: "Abraão, vosso pai, viu o meu dia e se alegrou." E os religiosos não conseguiram entender o que Ele quis dizer, tanto que perguntaram como Abraão poderia ter visto o dia Dele, se não tinha nem 40 anos. Mas era profético, era uma expressão profética daquilo que Abraão viveu lá atrás com Isaque, quando um animal se sacrificou no lugar de Isaque. O cristianismo não consegue entender isso, mas a obra do Espírito, que vence pela palavra revelada, e pelo sangue, consegue compreender. Aí está a vitória da igreja nesta hora final que estamos vivendo. Glória a Jesus!
E se há um paralelo muito profundo nesse aspecto, é que, quando o texto fala em 1 Coríntios 11:23, a respeito do que recebi, porque eu recebi do Senhor, também vos ensinei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído... Então, naquela noite, você pode ver o que aconteceu ali a partir do capítulo 13 de João até o capítulo 16. Naquela noite, o traidor estava ali. Profeticamente, dentro do contexto profético, estamos vivendo hoje um momento da noite. E nessa hora da noite, o grande cuidado que precisamos ter é com o chamado traidor. O que é o traidor? O traidor ali era um elemento que estava muito bem mancomunado com a religião. Os religiosos tinham um acordo com ele, e o acordo era no sentido de negar a Jesus, desprezar Jesus, vender Jesus, trair Jesus. Hoje, o que acontece é que todos os que têm qualquer acordo com a religião podem ser chamados de traidores, porque eles não apregoam Jesus, eles valorizam a religião, valorizam o ponto de vista deles. Então, na noite em que Jesus foi traído, Ele foi traído por uma religião. O preço da traição já estava nas mãos dos cofres da religião. Isso é muito importante. Esse aspecto, de que estamos vivendo hoje a noite dos últimos tempos, é algo que precisamos considerar. E nessa hora, os traidores são perigosos. Temos que ter o cuidado do Senhor para tirar isso do nosso meio, para que possamos prosseguir. Mesmo assim, mesmo tendo o traidor ali, Jesus tomou o pão, e, tendo dado graças, Ele disse... Na noite em que foi traído, Jesus tomou o pão, e, tendo dado graças, Ele fez a parte Dele. Isso é muito interessante, na identificação do momento profético que estamos vivendo, esse momento específico. E aí, mais uma vez, a véspera do cumprimento da profecia maior, para nós, da volta do Senhor Jesus.
E aí não tem como não fazer uma associação com tudo aquilo que estamos aprendendo no estudo das sete cartas. Com o perdão de trazer esse assunto, esse tema, que é relacionado, mas não é exatamente o nosso objetivo aqui, mas os irmãos que estão em casa e nas igrejas podem ver que há uma linha dirigida pelo Espírito Santo. No momento em que estudamos as sete cartas, vemos claramente essa traição ao projeto, traição à revelação, traição ao mistério, e esse desvio que acontece de tudo aquilo que é o projeto de Deus, e o Espírito Santo vai mostrando isso em cada momento da história da igreja, realizando a obra Dele, o Espírito Santo vai realizando a obra Dele em cima dos restantes, ou seja, dos remanescentes. Deus, que hoje consideramos sermos uns remanescentes, no meio de muitos outros que também são, dos que não traem, dos que não traem, dos que não traem. Há um aspecto também muito interessante, Pastor Gilson, é que o traidor esteve sempre desde o início, mas ele se manifesta nas suas atitudes naquele momento final. Ele aparece naquele momento final, essa é uma realidade na hora da Última Ceia. Ele traiu o corpo, né? Pastor, ele traiu o corpo.
Estamos falando aqui sobre o momento profético associado ao arrebatamento, do ponto de vista dessa abordagem à partida. O que esse culto, de maneira especial, trouxe, o que trouxe à luz na medida em que isso foi transmitido numa mensagem? Bom, na verdade, esse culto para nós, no dia 23 de fevereiro, conforme o Senhor revelou, representou algo que marca um momento novo para nós daqui pra frente. Em que sentido? Como aconteceu nos dias da saída dos filhos de Israel do Egito? O que ficou para trás foi a marca da morte, e o que estava à frente deles era a vida. Que morte? A morte dos primogênitos do Egito. Que vida? A vida daqueles que foram poupados pelo sangue na porta das casas. Então, a Ceia é exatamente isso: a morte de Jesus, mas a ressurreição Dele é o novo momento. E isso, para nós hoje, que participamos dessa Ceia nesse dia, é importante nós entendermos qual é o nosso papel a partir de agora. O que é aquilo ali? Não foi simplesmente uma celebração. Não foi um momento de um renovo para nós, de tal maneira que agora nos tornamos mais responsáveis, evangelizar mais, realizar mais a obra do Senhor. E exatamente como foi orientado lá na saída do Egito, eles fizeram aquilo com os lombos cingidos, quer dizer, cingido da doutrina, cingido da palavra, cingido do revestimento do Senhor. Fizeram aquilo com as sandálias nos pés, ou seja, no caminho. E nós estamos no caminho, nós estamos em Jesus. Nós não estamos numa religião onde as coisas são passadas e as coisas ficam. Não, nós estamos, a cada dia, numa caminhada nova. E, por último, o cajado na mão. Não, a mão, diga-se de passagem, foi muito bem colocado isso, né? Na mão, ou seja, não abrimos mão da direção do Espírito Santo, da revelação do Espírito Santo. E a última orientação era que aquilo fosse feito apressadamente. O Senhor tem pressa de arrebatar a Sua igreja, e, portanto, a igreja também tem que ter pressa. Não podemos mais perder tempo. Foi uma palavra até utilizada pelo Pastor Gedelti: "Não podemos mais perder tempo, porque agora é hora da pressa." Apressadamente, né? É algo maravilhoso. Daniel, essa associação, a gente vai do Êxodo pro Novo Testamento, para nós hoje, e a gente circula e glorifica o Senhor pelos elementos proféticos que encontramos nesses três momentos.
Você quer comentar sobre isso? Sim, eu queria comentar sobre a expressão que o Pastor Gilson usou, sobre os lombos cingidos. Me lembro de uma aula que o Pastor J te deu, onde ele comentou que o lombo estava cingido porque eles iam levar a bagagem, porque iam sair do Egito. E, quando saíram, o Egito foi saqueado. A palavra fala do ouro, da prata e do bronze. Então, nessa hora, o lombo está cingido porque a igreja leva a mensagem da verdade. A mensagem não temos compromisso com mensagens de autoajuda, em agradar A ou B. O compromisso desta obra é com a mensagem da verdade, a doutrina é a palavra revelada para esta hora da partida. Vamos embora. E só um comentário mais, Pastor, é que, quando falo do cajado na mão, né, na mão, uma das experiências desta obra, e que os pastores que estão chegando ficam muito impressionados, é o governo do Espírito Santo, a direção do Espírito Santo.
Ou seja, tudo o que fazemos, fazemos por revelação, né, pastor J? E você vai ver que esse mesmo paralelo da orientação do Senhor em Êxodo 12:11 é o que aconteceu com a igreja em Atos 2:42. Muito bom! Quando aquele testemunho em Atos 2 fala sobre o derramamento do Espírito Santo, então termina ali o texto dizendo o seguinte: que eles perseveravam na doutrina, que é do Pai, não é? Na comunhão, que é do Espírito Santo; no partir do pão, que é Jesus crucificado, né, que é Jesus, o Filho; e nas orações, que é a condição da igreja, a igreja que ora, a igreja que busca o Senhor.
Então foi exatamente aquilo que aconteceu lá no Egito, a mesma coisa, a mesma forma como eles saíram do Egito, também a igreja sai deste mundo revestida do Espírito Santo e ela é com essas mesmas características aqui, né? Glória a Jesus! Bom, nosso tempo já está bastante avançado e nós precisamos encerrar. Eu pediria aos pastores, cada um por vez, para deixar uma mensagem para o irmão que está em casa, que está nos assistindo ou que está na igreja, acompanhando as conversas bíblicas. Deixe uma mensagem objetiva sobre esse momento, né? Uma mensagem sobre essa experiência vivida. O Pastor Gilson já colocou bem aqui que é um momento de início de uma nova etapa, né? E a gente vai ser abastecido, né? Como o Pastor Daniel colocou, o povo do Egito, quando saiu do Egito, saiu com todo o ouro, toda a prata do Egito, quer dizer, todo o tesouro que estava escondido no campo. E que nós encontramos, ele vai conosco para a eternidade. Nada vai ficar, nada fica. Não vai haver mais a operação do poder do Espírito Santo, não vai haver mais a salvação. Vai sair tudo junto com a igreja, né? Mas nesse momento, para os nossos irmãos, qual palavra o senhor gostaria de dar, Pastor Gilson? Depois o Pastor Daniel.
Eu gostaria de enfatizar um aspecto que é muito importante, que é a questão dos lombos cingidos. Vossos lombos estejam cingidos. Paulo escreve aos Efésios no capítulo 6, dizendo que os nossos lombos devem estar cingidos com a palavra da verdade. Por quê? Porque a verdade é pesada. Não é todo mundo que aceita a verdade. A verdade tem um peso, mas a verdade com a qual nós somos revestidos é uma verdade que pode ser pesada para muitos que descreem, mas para os que creem, a palavra é o fardo leve e suave de Jesus. Glória a Jesus!
Pastor Daniel Santana, a palavra que eu quero deixar é sobre aquele aspecto como o cordeiro apressadamente. Então, nós estamos hoje vivendo o momento da saída. Não há tempo a perder. Então, aquilo que o Pastor Jus comentou: é hora de evangelizar. Eu acho que a Grande Ceia foi um momento muito especial, onde o corpo se mostrou unido, e você comentou, Pastor Josias, sobre isso. Agora é hora de irmos ao campo e vivermos a obra, essa obra gloriosa. Comer o cordeiro apressadamente, não há mais tempo a perder. Temos que fazer a obra. Glória a Jesus!
Eu agradeço muito, né? Esse momento e essa oportunidade de estar com os companheiros aqui. A paz do Senhor, Pastor Gilson. Amém! Paz do Senhor, Pastor Josias. Paz do Senhor, Pastor Daniel Santana.
Muito bem, a gente chega então ao final de mais uma edição do programa Conversas Bíblicas, né? Que mais do que um programa, é um momento de culto, de adoração ao Senhor e de aprendizado daquilo que é a doutrina, a palavra de Deus, aquilo que estamos vivendo, e é o passo da ovelha, é o toque do cajado do pastor, é a direção do Espírito Santo para que a gente possa caminhar na direção correta. Deus abençoe. A paz do Senhor.
Pastores: Gilson Souza, Daniel Santana e Josias Junior